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Casou em segundas núpcias em [[Torrelobaton]] em [[1 de abril]] de [[1444]] (ou [[1447]]) com mulher que não era de família nobre e dizem os historiadores espanhóis ter sangue judeu ou cigano: Doña [[Juana Enriquez]] ou Joana Henriques, nascida em Barcelona em [[1425]] e morta em [[13 de fevereiro]] de [[1468]] em [[Saragoça]]. Era senhora de [[Casarrubios]], filha de [[Fadrique Enriquez]] (?-[[23 de dezembro]] de [[1473]]), [[Almirante de Castela]], [[Conde de Melgar e Rueda]], o qual em [[1430]] casara com [[Mariana Ayala de Cordoba]] (?-[[1431]]), senhora de [[Casarrubios]] (depois casou com [[Teresa Fernandes de Quinones]], filha de [[Diego Fernandez de Quinones]], senhor de Luna). Tiveram quatro filhos.
 
1 - primogênito, Carlos ou [[Carlos de Viana]] nascido de Branca de Navarra em Penafiel em 29 de maio de 1421 e morto em 23 de setembro de 1461 em Barcelona. Príncipe de Viana, foi cruelmente atormentado pelo pai e pela madrasta. Casou em 30 de setembro de 1439 em Olite com Agnes de Clèves (nascida em 24 de fevereiro de 1422 e morta em 6 de abril de 1448 em Olite), filha de Adolfo I (?-1492) Duque de Cleves, cuja segunda esposa em 1453 seria Beatriz de Portugal (1435-fevereiro de 1462), filha de Pedro de Coimbra (9.12.1392-?) Regente de Portugal, e de Isabel de Aragão (1409-?). Não tendo deixado da esposa posteridade alguma, após sua morte, as cortes catalãs elegeram Rei de Aragão o condestável [[D. [[Pedro de Coimbra, Condestável de Portugal]].
 
2 - Joana (1423-22 de agosto de 1425 em Olite), Infanta de Aragão.
7 - Infanta Maria (nascida e morta em 1455.
 
8 - [[Fernando II de Aragão]] (Sos 1452-1516 Madrigalejo) ''o Católico'' Rei de Aragão, da Sicília e Nápoles, rei consorte Fernando V de Castela 1474-1504.
 
Teve ainda filhos bastardos:
 
A - de Leonor de Escobar, filha de Alfonso Rodríguez de Escobar, [[Cavaleiro]] [[Fidalgo]] de [[Tierra de Campos]], [[Alcaide-Mor]] dos Domínios do Rei D. João II de Aragão em [[Reino de Castela|Castela]]<ref>{{citar livro|autor=Luís Augusto de Bivar-Weinholtz Possolo de Azevedo|título=Manoel de Portugal|editora=Factos e Temas|ano=1.ª Edição, Lisboa, 1997|páginas=|id=45}}</ref>: Afonso de Aragão (1417-1495) primeiro Duque de Villahermosa Grande de Aragão em 1476, primeiro Conde de Ribagorza e Cortes. Gozou injustamente por certo tempo do mestrado de Calatrava. Casou em 1477 com Leonor de Sotomayor, filha de Juan de Sotomayor e Isabel de Portugal. Dizem em Espanha: «El Rey Don Juan de Aragão y Navarra tuvo amores con una judía [Sefardita] convertida y penitenciada en Saragoça, llamada María de Juncos [o Junquers], apodada La Coneja [falecida em 1506], y tuvieron a Don [[Afonso de Aragão e de Escobar]] ([[1417]] - [[1495]]), de quien descienden los Duques de Villahermosa, los duques [condes y marqueses] de Albeyda, los condes de Guelves [Gelves]. Un Duque de Villahermosa, Don Francisco de Aragão, se casó también con una hija de Zapata, judío muy rico, recién convertido.» Na realidade, María Junquers era uma Donzela Nobre [[Catalães|Catalã]], filha de ''Mosen'' Bernardo Junquers, [[Castelão]] de [[Rosses]], na [[Principado da Catalunha|Catalunha]] e [[Embaixador]] de D. João II de Aragão ao [[Duque de Milão]] [[Francesco Sforza]].<ref>{{citar livro|autor=Luís Augusto de Bivar-Weinholtz Possolo de Azevedo|título=Manoel de Portugal|editora=Factos e Temas|ano=1.ª Edição, Lisboa, 1997|páginas=|id=47}}</ref>
 
B - de uma senhora castelhana, Doña Fulana de Avellaneda: João de Aragão (1429-1475 Albalate de Cinca) Bispo de Saragoça.
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