Diferenças entre edições de "Teatro Garrett"

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O teatro ligeiro era especialmente popular e o Teatro Garrett teve muitas noites de sucesso graças a esta forma teatral cuja matéria-prima era a crítica ao poder e a face anedótica da política local e nacional. Se nomes nacionais como Laura Alves, [[Ivone Silva]] e [[Eugénio Salvador]] faziam vibrar o público, era a poveira Clarice Marques, uma mulher do povo sem formação dramática, que causava grande impacto entre o público local e que popularizou este género teatral na Póvoa de Varzim.<ref name="poveirinhos"/>
 
Descendente de pescadores poveiros e nascida na [[Rua dos Ferreiros]], Clarice era conhecida opelo seu sotaque poveiro, o vocabulário local e os perfeitos trejeitos de uma verdadeira pescadeira e com um humor notável criava grande impacto entre o público, merecendo elogios do encenador António Pedro e de profissionais brasileiros como [[Lucinha Lins]] e [[Ary Fontoura]] que contracenaram com a actriz amadora em 1988 em ''Esta Póvoa que eu Amo''. Foi na opereta ''Maria'', com apenas 16 anos, que começou no teatro. A sua estreia deu-se em 1961 com a Revista ''Espera que já comes..'', levando ao riso a plateia. No ano seguinte, leva a plateia às lágrimas durante o monólogo ''Aquela Música'', com a ''Serenata de Schubert'' como música de fundo. Numa nova revista onde o seu nome constava, o Teatro Garrett esgotava.<ref name="poveirinhos"/>
 
===A decadência===
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