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O Metropolitan Opera é a maior organização clássica dos Estados Unidos e apresenta anualmente 220 performances de ópera. A cada da companhia é o [[Metropolitan Opera House]], que é considero o melhor palco de óperas em todo o mundo e sendo quase o maior do mundo.{{esclarecer|desde outubro de 2014}} O Met, como é normalmente chamado, é uma das doze organizações residentes do [[Lincoln Center|Centro de Performances Artísticas Lincoln Center]].
 
O Met apresenta aproximadamente 27 óperas diferentes por ano, em uma temporada que vai do fim de setembro até o começo de maio. As óperas são apresentadas em um repertório rotativo, com sete performances de quatro diferentes trabalhos por semana. As performances são apresentadas todas as noites, de segunda a sábado e com uma matinê ao sábado. Muitas novas óperas são apresentadas por temporadas.
 
A gigantesca companhia de performances do Metropolitan consiste em uma grande [[orquestra]] sinfônica, um coro, um coral de crianças, uma companhia de balé e muitos cantores de suporte e cantores principais. A lista de cantores do Met é composta pelos artistas mais famosos do mundo. Algumas das carreiras desses cantores foi desenvolvida pelo próprio Met, em seus programas de jovens artistas. Alguns dos artistas mais famosos que se apresentaram (ou apresentam-se) no Met incluem: [[Luciano Pavarotti]], [[Renée Fleming]], [[Plácido Domingo]], [[Ramón Vargas]], [[Jussi Björling]], [[Maria Callas]], [[Joan Sutherland]], [[Franco Corelli]], entre outros.
Joseph Volpe foi o segundo administrador do Met a permanecer por mais tempo no cargo, 16 anos ao total, de 1990 a 2006. Ele foi o chefe do Met, após crescer na companhia, tendo começado sua carreira lá como carpinteiro, em 1964. Volpe expandiu as atividades internacionais do Met e inaugurou as séries da orquestra no [[Carnegie Hall]]. Durante sua gerstão, o Met expandiu-se consideravelmente seu repertório, oferecendo quatro premières mundiais e 22 premières no Met, tendo apresentado mais trabalhos novos do que na gestão de Gatti-Casazza. Volpe nomeou [[Valery Gergiev]] como Maestro Convidado Principal em 1997 e maestro chefe do repertório russo. [[Marcelo Álvarez]], [[Cecilia Bartoli]], [[José Cura]], [[Diana Damrau]], [[Natalie Dessay]], [[Renée Fleming]], [[Juan Diego Flórez]], [[Marcello Giordani]], [[Angela Gheorghiu]], [[Susan Graham]], [[Ben Heppner]], [[Dmitri Hvorostovsky]], [[Salvatore Licitra]], [[Anna Netrebko]], [[René Pape]], [[Bryn Terfel]] e [[Deborah Voigt]], foram alguns dos cantores que apareceram no Met durante sua gestão.
[[Ficheiro:Metropolitan Opera House, a concert by pianist Josef Hofmann - NARA 541890 - Edit.jpg|thumb|left|300px|Em 28 de novembro de 1937]]
O atual gerente geral é Peter Gelb. Gelb começou a fazer seus planos para o futuro em abril de 2006. Estes planos incluiam mais produções novas a cada ano, ideias para cortar custos de montagem e para atrair novo público sem afastar os já existentes amantes de ópera, cuja faixa etária no Met é acima de 60. Gelb vê tais assuntos como cruciais para uma organização que, muito mais do que qualquer outra grande casa de ópera do mundo, é dependente de financiamentos particulares.
 
Até o fim da década de 1990, o Metropolitan Opera manteve-se tradicional em suas novas produções. Recentemente, seguindo a influência original de Patrice Chéreau e as tendências já estabelecidas em muitas outras casas de óperas ao redor do mundo (particularmente na Europa), desde então, as produções tradicionais tem se tornando raras no Met<ref>[http://www.nytimes.com/2006/09/27/arts/music/27butter.html?scp=6&sq=minghella%20butterfly%20met%20opening&st=cse Anthony Tommasini, "The Tragedy of ‘Butterfly,’ With Striking Cinematic Touches". ''New York Times'', September 27, 2006.]</ref>.
 
Na década de 1990, apenas umas produções limitadas usaram um tipo simbólico de cenário (começando por [[Der Fliegendefliegende Holländer]] de [[Richard Wagner]], em 1989, [[Samson et Dalila]] de [[Camille Saint-Saëns]], em 1998 e [[Tristan und Isolde]]). Para ''The Rake's Progress ([[Igor Stravinsky]]) em 1999 e [[Mefistofele]] ([[Arrigo Boito]]) em 2000, o estilo contemporâneo, com trajes de homens de negócios, foram usados. Produções similares aconteceram em ''La Juive'' de [[Fromental Halévy]] (2003)<ref>{{cite news |first=Diana |last=Hallman |title=In This Clash of Church And State, No One Wins |url=http://query.nytimes.com/gst/fullpage.html?res=9F07EEDF1630F931A35752C1A9659C8B63&sec=&spon=&&scp=40&sq=La%20Juive&st=cse |date=2 November 2003 |accessdate=15 July 2008 | work=The New York Times}}</ref> e [[Salomé (ópera)|Salome]] de [[Richard Strauss]] (2004).
 
==O Met na Filadélfia==
 
===Metropolitan Opera House, Lincoln Center===
O atual [[Metropolitan Opera House]] está localizado em [[Lincoln Center]], no Lincoln Square, em Upper West Side, [[Nova Iorque]]. Foi desenhado pelo arquiteto Wallace K. Harrison. Tem capacidade para 3.800 pessoas, com um adicional de 195 em outros ambientes. Por necessidade, o pit da orquestra teve de ser aumentado, com 35 novos lugares.
 
Após inúmeras revisões no design da construção, a nova residência foi inaugurada em 16 de setembro de 1966, com a première mundial de Antony and Cleopatra de [[Samuel Barber]], com [[Leontyne Price]] no papel principal. O teatro, além de grandioso, é notado por sua excelente acústica.
 
== Diretores Musicais ==
[http://query.nytimes.com/gst/fullpage.html?sec=health&res=940DE2DB153FF936A15752C0A96E948260 "METRO DATELINES; Man's Death at Opera Is Called a Suicide", ''The New York Times'', January 25, 1988] retrieved December 1, 2006</ref>.
 
== {{Ligações externas}} ==
* {{Link||2=http://www.metoperafamily.org/metopera/ |3=Sobre o Metopera}}
 
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