Diferenças entre edições de "Fortunio Garcês"

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== História ==
[[Ficheiro:Península ibérica 910.svg|thumb|250px|A península ibérica em 910]]
Em 860, durante a invasão de Pamplona por [[Maomé I de Córdova]], foi capturado e feito refém dos [[Islã|muçulmano]]s, em [[Emirado de Córdova|Córdova]],{{Sfn|Martinez Diez|2007|p=25}} durante cerca de vinte anos. Entre [[870]] (morte de García Iñiguez) e 880, quando Fortún Garcés regressou, parece que governou como [[Regência (sistema de governo)|regente]] em Pamplona, Garcia Jimenes, filho de [[Jimeno Garcês]] da [[dinastia Jimena]].
 
Durante o seu reinado sofreu várias expedições de castigo por parte dos exércitos de Córdova e dos seus aliados do vale do [[Rio Ebro|Ebro]], os [[Banu Qasi]], que tinham superado as controvérsias anteriores com Córdova, e actuavam novamente como verdadeiros convertidos do [[Islão]].
Mais tarde acabou por estabelecer boas relações com [[Banu Qasi]] [[Lopo ibn Muhammad]] ou [[Lopo ibn Musa]], casando-se com Oria (ou Auria) ibn Lopo ibn Musa, filha de Lopo ibn Musa.
 
O rei [[Afonso III das Astúrias]] e o [[Conde de Pallars]], inimigos dos Banu Qasi, organizaram uma revolta que levou ao trono [[Sancho Garcés I de Pamplona]], filho de Garcia Jiménez, que havia sido regente durante o cativeiro de FortúnFortunio.
 
Alguns historiadores afirmam que Fortunio Garcês se retirou para o [[Mosteiro de Leyre]] onde morreu em [[925]] e onde foi enterrado.
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