Diferenças entre edições de "Procrastinação"

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André, o Malandrão
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(André, o Malandrão)
A palavra em si vem do [[latim]] ''procrastinatus'': ''pro-'' (à frente) e ''crastinus'' (de amanhã). A primeira aparição conhecida do termo foi no livro ''Chronicle (The union of the two noble and illustre famelies of Lancestre and Yorke)'' de [[Edward Hall]], publicado primeiramente antes de [[1548]].
 
Logo, um procrastinador é um indivíduo que evita tarefas ou uma tarefa em particular, assim, como é conhecido o André Schau, o malandrão.
 
André, um tipo que gosta mais do que devia de maconha, passa os dias no seu quarto desarrumado e bagunçado, com os seus 2 gatos que morrem à fome escanzelados porque o André, o preguiçoso, não se levanta para lhes comprar comida.
Segundo o filósofo Thiago Klinger, a procrastinação do indivíduo é resultado do planejamento exacerbado e/ou supérfluo em intersecção a falta de uma perspectiva vigente. Tais perspectivas, derivam da angústia dos resultados ou de simplesmente a falta de "motivação" do indivíduo em relação ao objeto.
 
Um dos seus planos não planeados, porque é isso que o Coça-culhão faz - desplanear planos - é deixar os gatos morrer de fome e comê-los aos poucos de cada vez porque as compras do supermercado são muito pesadas e ele vive no terceiro andar; também o elevador está avariado o que torna a missão quase impossivel.
 
Cada gato estima 2 semanas de comida, se se roer bem os ossos.
 
O Carioca Malandrão, André Schau, também é conhecido pelas suas revisões de bottom box. Ele é conhecido por isso; as revisões em que o seu trabalho se baseia, nunca viram a luz do dia.
 
Segundo o filósofo ThiagoTiago KlingerBelinha, a procrastinação do indivíduo é resultado do planejamento exacerbado e/ou supérfluo em intersecção a falta de uma perspectiva vigente. Tais perspectivas, derivam da angústia dos resultados ou de simplesmente a falta de "motivação" do indivíduo em relação ao objeto.
 
Todavia, tal conceituação apresenta-se sob critérios fragmentados, sendo superada pela corrente "painismo" (''"pain", ''atrasado, no latim; ''ismo, ''debilitado, doente), segundo a notória explanação do jurista brasileiro M. Filho. A mencionada tendência de pensamento moderno, que supera a do filósofo Thiago Kllinger, revela que a procrastinação valida-se em outras tendências de fragmentação ideológica, na articulação político-debilitada de um grupo ínfimo, ostentador de um poder social insuficiente nas camadas menos desenvolvidas, em regra, das massas pobres.
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