Diferenças entre edições de "Luis Posada Carriles"

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[[Ficheiro:Posada.jpg|thumb|right|Luis Posada Carriles]]
'''Luis Clemente Faustino Posada Carriles''' ([[Cienfuegos]], [[15 de fevereiro]] de [[1928]]) é um cubano, nacionalizado venezuelano, conhecido pelos pseudônimos de ''Basilio'', ''Comisario Basilio'' e ''Bambi''. É um ex-agente da CIA, declarado terrorista pelo governo cubanode Cuba e pelo governo da Venezuela. É, acusado de ser o mentor do atentado ao vôovoo 455 da Cubana de Aviación, em 1976. É classificado por Cuba de "Bin Laden da América Latina".
 
Foi treinado pela [[CIA]] em sabotagem e explosivos nos anos [[1960]]. Juntamente com [[Orlando Bosch]] foi acusado por uma corte militar venezuelana, de participação na explosão de um avião comercial da estatal Cubana de Aviación que sobrevoava [[Barbados]] em [[1976]], que matou os 73 passageiros. Escapou da prisão enquanto aguardava novo julgamento, que seria realizado em corte civil. É acusado de suprir armas aos contras que trabalhavam em [[Nicarágua]] com o apoio da CIA.
 
Em [[2000]], foi condenado por participar com [[Gaspar Jiménez]], [[Pedro Remón]] e [[Guillermo Novo Sampol]] numa conspiração para assassinar [[Fidel Castro]] durante um encontro internacional no [[Panamá]]. Os quatro foram perdoados pela presidente panamenha, [[Mireya Moscoso]], nos últimos dias de seu governo. Jiménez, Remón e Novo foram depois admitidos nos [[Estados Unidos]].
 
Luis Posada Carriles recebeu treinamento militar nos Estados Unidos e trabalhou como agente da CIA até 1967. Depois disso, foi mandado para a Venezuela para comandar o departamento de segurança e contra-inteligência da polícia venezuelana. Em 1971, o treinado agente organizou uma tentativa de assassinato contra Fidel Castro, que visitava a cidade de Caracas.<ref>[http://www.brasilescola.com/historia/luis-posada-carriles.htm Luis Posada Carriles]</ref>
No dia [[13 de abril]] de 2005, pediu [[asilo político]] nos Estados Unidos através de seu advogado. Tinha entrado nesse país de forma ilegal, através da fronteira mexicana. No dia [[3 de maio]], o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela aprovou um pedido de extradição por Posada. No mesmo dia, o secretário-assistente do Departamento de Estado dos EUA, [[Roger Noriega]], assegurou que Posada não estava nos Estados Unidos. Em 1997, ele organizou uma onda de atentados contra hotéis em Havana, que deixou um morto e vários feridos. Quando foi preso, os autores das explosões (todos os centro-americanos que entraram Cuba como turistas) confessaram agir por dinheiro e por Posada Carriles. Semanas mais tarde, o próprio Posada Carriles reconheceu publicamente, em entrevista à uma emissora de televisão em Miami, sendo o organizador dos atentados em Havana.<ref>http://www.nytimes.com/2006/04/27/us/27brfs.html?_r=0</ref>
 
Em 1976 duas bombas explodiram a bordo de um avião da Cubana de Aviación, causando a morte de setenta e três pessoas, a maioria integrante da equipe juvenil cubana de esgrima, que retornava da Venezuela após receber a maioria de medalhas de ouro em um campeonato naquele país. As bombas foram colocadas em Barbados.
No dia [[17 de maio]], o ''Miami Herald'' conduziu uma entrevista com Posada na [[Flórida]]. Nesse mesmo ele dia foi detido. Posada tinha retirado sua solicitação de asilo e tentaria sair do território americano.
 
Em 1997 uma bomba explodiu no Hotel Copacabana, em Havana, causando a morte do turista italiano Fabio di Celmo. Luis Posada Carriles escapou de uma prisão de segurança máxima na Venezuela e atualmente vive em liberdade restringida em Miami, nos Estados Unidos.
O presidente da Venezuela, [[Hugo Chávez]], diante da suspeita de que Posada não seria extraditado pelos Estados Unidos, ameaçou fechar a embaixada nesse país. Em Cuba, marchas de protesto foram organizadas pela detenção e sua possível não-extradição. Em 28 de setembro de 2005, um juiz de imigração decidiu que Posada não poderia ser deportado para a Venezuela dado que ele poderia ser torturado lá.<ref>{{citar web|URL = http://www.bbc.co.uk/news/world-latin-america-13026870|título = Cuba anger at US Posada Carriles verdict|data = 9 de abril de 2011|acessadoem = 10 de fevereiro de 2015|autor = |publicado = }}</ref>
 
== Ligações externas ==
Em 1960, quando foi para os Estados Unidos, Posada se casou como uma residente de Miami, com quem teve dois filhos. Atualmente, vive em liberdade restringida em Miami, onde freqüenta abertamente reuniões para arrecadação de fundos de grupos de cubanos anti-castristas e participa de protestos públicos contra o governo cubano.<ref>http://archive.is/20120920200525/http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?file=/c/a/2005/05/18/MNGIHCQRSP1.DTL</ref>
* ''[http://www.voltairenet.org/mot120364.html?lang=pt Posada Carriles, Luis]'' (Rede Voltaire)
* ''[http://www.ecured.cu/index.php/Posada_Carriles Posada Carriles]''. [[EcuRed]].
 
{{referências}}
{{Biografias}}
 
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