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→‎Evolução do Rito: o Colégio Episcopal é sucessor do Colégio Apostólico, não idêntico
Acerca da Evolução do Rito Litúrgico, especificamente o Romano, foram escritas a [[encíclica]] ''Mediator Dei'' pelo [[Pio XII|Venerável Pio XII]] e a [[Concílios ecuménicos católicos|Constituição Conciliar]] do [[Concílio Vaticano II|Vaticano II]] ''[[Sacrosanctum Concilium]]'' ratificada pelo [[Papa Paulo VI]].
 
Somente a Igreja, por autoridade de seus legítimos pastores, pode definir as formas litúrgicas e rituais mais oportunas. Por serem expressão e exposição do ''depositum fidei'' confiado à [[Igreja Católica|Igreja]] pelo próprio Deus e assistida pelo [[Espírito Santo]], as reformas litúrgicas decididas pelo Papa ou pelo [[Bispo|Colégio ApostólicoEpiscopal]] em comunhão com aquele não podem ser postas em causa pelos fiéis, inclusive por bispos: tal é válido tanto com relação às inovações—como é o caso do ''Novus Ordo Missæ'' de Paulo VI --, como à reafirmação da legitimidade e possibilidade de uso de rito antigo—como é o caso do [[motu proprio]] ''Summorum Pontificum'' do [[Papa Bento XVI]].
 
Ainda que os Padres Conciliares decidam restaurar a liturgia, como no último Concílio, eles o fazem de forma adaptada ao tempo da Igreja em sua peregrinação terrestre e com fidelidade à fé das gerações precedentes, que é a Única e Mesma Fé professada pelo Corpo Místico de Cristo através dos tempos. É, todavia, [[utopia|utópico]] pretender restaurar perfeitamente a liturgia das origens, o Sacrifício de Cristo como o fora na [[Última Ceia]], porque a [[história]], ciência humana, é incapaz de conhecê-la pela falta de registros e documentos suficientes, podendo fazê-lo, somente, de maneira aproximada.