Diferenças entre edições de "José Norton de Matos"

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==Família==
Era filho de [[Tomás Mendes Norton]], [[comerciante]] e [[Cônsul]] da [[Reino Unido|Grã Bretanha e Irlanda]] em [[Viana do Castelo]] (afilhado de baptismo de [[Rodrigo da Fonseca Magalhães]]) e de Emília de Matos Prego e Sousa, neto paterno de José Mendes Ribeiro, da [[burguesia]] de Viana do Castelo, e materno de Manuel José de Matos Prego e Sousa, [[Doutor]] em [[Direito]], da fidalguia de Ponte de Lima ([[Casa do Bárrio]]).
[[File:Norton de Matos.JPG|thumb|left|upright|Busto de Norton de Matos em Ponte de Lima]]
 
==Biografia==
O seu regresso a Portugal coincidiu com a [[proclamação da República portuguesa]]. Dispondo-se a servir o novo regime, Norton de Matos foi chefe do estado-maior da 5.ª divisão militar. A 17 de Maio de [[1912]] é iniciado [[Maçon]] na [[Loja Pátria e Liberdade, N.º 332]], de Lisboa ([[Rito Escocês Antigo e Aceite]]), sob os auspícios do Grande Oriente Lusitano Unido, com o nome simbólico de ''[[Danton]]''. Nesse mesmo ano tomou posse como [[governador-geral]] de [[Angola]]. A sua actuação na colónia revelou-se extremamente importante, na medida em que impulsionou fortemente o seu desenvolvimento, protegendo-a, de certa forma, da ameaça contínua que pairava sobre o domínio colonial português, por parte de potências como a [[Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda|Inglaterra]], a [[Império Alemão|Alemanha]] e a [[França]]. Fundou a cidade do [[Huambo]]. A 27 de Janeiro de 1913 é elevado ao Grau 2 ([[Companheiro]]) e a 18 de Abril de 1914 é elevado ao Grau 3 ([[Mestre]]). Em Outubro desse ano dá-se a cisão da Maçonaria Portuguesa: a Loja Pátria e Liberdade, N.º 332 desliga-se da obediência do Grande Oriente Lusitano Unido.
 
[[File:Norton de Matos.JPG|thumb|left|upright|Busto de Norton de Matos em Ponte de Lima]]
Foi demitido do cargo em [[1915]], como consequência da nova situação política que se vivia em Portugal durante a [[Primeira Guerra Mundial]]. Foi depois chamado, de novo, ao Governo, ocupando o cargo de [[ministro das Colónias]], embora por pouco tempo. A 12 de Maio de 1916 reentra na obediência do Grande Oriente Lusitano Unido, filiando-se na [[Loja Acácia]], de Lisboa ([[Rito Francês]]), e a 19 de Setembro de 1916 é elevado ao Grau 4 ([[Eleito]]) do Rito Francês. Em [[1917]], um novo golpe revolucionário obrigou-o a exilar-se em [[Londres]], por divergências com o novo governo. A 16 de Fevereiro de 1918 é elevado ao Grau 5 ([[Escocês]]) do Rito Francês e a 31 de Outubro de 1918 é elevado ao Grau 6 ([[Cavaleiro do Oriente ou da Espada]]) do Rito Francês. Regressou à pátria e foi delegado de Portugal à Conferência da Paz, em [[1919]]. Mais tarde, foi promovido a general por distinção e nomeado Alto Comissário da República em [[Angola]]. Na Primavera de [[1919]], foi delegado português à Conferência da Paz. A 31 de Outubro de 1919 é elevado ao Grau 7 e último ([[Príncipe Rosa Cruz]]) do Rito Francês. Em Junho de [[1924]], exerceu as funções de embaixador de Portugal em Londres, cargo de que foi afastado aquando da instauração da Ditadura Militar. A 6 de Novembro de 1928 a Loja Acácia, de que é membro, propõe, pela primeira vez, a sua candidatura ao cargo de Grão-Mestre Adjunto do Grande Oriente Lusitano Unido. A 7 de Dezembro de 1928 morre [[Sebastião de Magalhães Lima]], 10.º Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano Unido, e a 31 de Outubro de 1929 morre [[António José de Almeida]], 12.º Grão-Mestre eleito do Grande Oriente Lusitano Unido.
 
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