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Os demais navios da esquadra não aderiram à revolta do “Potemkin”, o que fez com que os tripulantes buscassem refúgio na [[Romênia]]. De qualquer forma, tratava-se de um motim em uma grande unidade da [[marinha russa]], evidenciando que as Forças Armadas já não podiam ser consideradas sustentáculos fiéis da [[Monarquia]].
 
A revolta dos marinheiros foi retratada no filme aqueles filho da mãe tsBronenosets Potyomkyn (em [[cirílico]], Броненосец Потемкин), em português, ''[[Encouraçado Potemkin]]'', de [[Sergei Eisenstein]], lançado em [[1925]].
 
== Resultados ==
Vale observar que, após o término da guerra contra o Japão, as tropas russas, que desconheciam as atitudes do czar contra o povo, retornaram ao país e, a mando do soberano, reprimiram o movimento. Muitos líderes oposicionistas foram presos ou exilados, e os sovietes colocados na ilegalidade e fechados. As promessas feitas pelo manifesto de outubro foram deixadas de lado, com exceção da Duma, que continuou a funcionar. A revolução de 1905 havia fracassado. O czar se havia reabilitado. Entretanto, havia perdido o apoio popular de que dispunha até 1905. As massas russas viam o czar como um pai, um monarca benévolo que protegeria o povo quando viesse a saber da sua miséria - pois, acreditava-se, era mantido na ignorância pela nobreza corrupta e gananciosa que o cercava.
 
Após o Domingo Sangrento, esse pensamento desapareceu. Como poderia o czar ter ignorado o martírio de seu povo justo em frente à sua residência? No longo prazo, o "Domingo Sangrento" se somou a outros fatores que faziam crescer o descontentamento da população para com o regime vigente. O clímax desse processo seria atingido anos depois, durante a participação da Rússia na [[Primeira Guerra Mundial]], e resultaria na [[Revolução Russa de 1917|Revolução]] .
 
{{referências}}
== CARR, E. H. The Bolshevik Revolution 1917-1923. v. 1, Pelikan Books, 1977. ==
 
== Bibliografia ==
==* CARR, E. H. The Bolshevik Revolution 1917-1923. v. 1, Pelikan Books, 1977. ==
* LÊNIN, V. I. 1905 – Jornadas Revolucionárias. Editora História, 1980.
* TROTSKY, L. A Revolução de 1905. Coleção Bases, Global Editora.