Diferenças entre edições de "Apus"

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==História==
Apus foi uma das 12 constelações criadas por [[Petrus Plancius]] a partir de oservaçõesobservações de [[Pieter Dirkszoon Keyser]] e [[Frederick de Houtman]] e apareceu pela primeira vez em um globo celeste de 35&nbsp;cm de diâmetro publicado em 1597 (ou 1598) em Amsterdã por Plancius com [[Jodocus Hondius]].<ref name="ridpath"/>{{sfn|Ridpath|2001|pp=76-77}}<ref name="UT">{{cite web |url = http://www.universetoday.com/19562/apus/ |title = Apus |last = Plotner |first = Tammy |publisher = Universe Today |date = 13 de outubro de 2008 |accessdate = 22 de abril de 2012}}</ref> Plancius chamou a constelação de "Paradysvogel Apis Indica"; a primeira palavra é "[[ave-do-paraíso]]" em [[língua holandesa|holandês]], e as outras são "Abelha Indiana" em [[língua latina|latim]]; "apis" ("abelha" em latim) é presumivelmente um erro para "avis" ou "ave".<ref name="ridpath">{{cite web |url = http://www.ianridpath.com/startales/apus.htm |title = Apus |last = Ridpath |first = Ian |work = Star Tales |accessdate = 10 de abril de 2012}}</ref><ref name="UT"/> O nome "Apus" é derivado do grego "apous", significando "sem pé", que se referia à ideia ocidental que a ave-do-paraíso não tinha pé, um equívoco gerado pelo fato de que as únicas espécimes disponíveis no ocidente tinham os pés e asas removidos.<ref name="ridpath"/>
 
Após sua introdução no globo de Plancius, a primeira representação conhecida da constelação em um atlas celeste foi em ''[[Uranometria]]'' de [[Johann Bayer]] de 1603, onde ela era chamada de "Apis Indica".<ref name="ridpath"/><ref name="UT"/>
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