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Os estuditas deram a primeira prova de sua devoção à fé ortodoxa durante o [[cisma acaciano]], provocado pelo [[patriarca de Constantinopla]] [[Acácio de Constantinopla|Acácio]] (484 - 519). Eles também permaneceram fiéis durante o atribulado período do [[iconoclasma]], nos séculos VIII e IX. Os monges chegaram a ser expulsos do mosteiro e da cidade pelo [[imperador bizantino]] {{lknb|Constantino|V Coprônimo}} {{nwrap|r.|741|775}}, mas logo voltaram.
 
[[Imagem:Studion.jpg| thumb| 250px| esquerda| Imagem do mosteiro.<br><small>[[Menológio de Basílio II|Menológio]] de {{Lknb|Basílio|II Bulgaróctone}}, {{séc. |XI.}}</small>]]
 
[[Hegúmeno]] ("[[abade]]") Sabas defendeu com firmeza a doutrina ortodoxa contra os [[iconoclastas]] no [[Sétimo Concílio Ecumênico]] realizado em [[Niceia]] em 787 Seu sucessor, [[Teodoro, o Estudita]], a quem o mosteiro deve muito de sua fama, patrocinou o estudo acadêmico e espiritual no mosteiro. Também durante sua administração os monges foram provocados e expulsos diversas vezes e, algumas vezes, condenados à morte.
 
 
== Condições atuais ==
 
A única parte do mosteiro que chegou ao {{séc|XX}} foi a Catedral de São João Batista, provavelmente a mais antiga igreja de Istambul, uma [[basílica]] do {{séc|V}} que foi convertida pelo cavalariço de [[Bajazeto II]] na [[mesquitaMesquita]] ''İmrahor Camii'' (literalmente, ''Mesquita do Mestre dos Estábulos ({{langx|tr|''İmrahor Camii''}}). A antiga estrutura sofreu graves danos nos grandes incêndios de 1782 e 1920, e também no terremoto de 1894.
 
Logo após o terremoto, um grupo de acadêmicos bizantinistas russos, liderados por [[Fyodor Uspensky]], inauguraram o Instituto Arqueológico Russo nas instalações do mosteiro, mas ele foi suprimido durante a [[Revolução Russa]]. Nas décadas seguintes, as ruínas do mosteiro foram pilhadas pelos habitantes das redondezas em busca de material de construção para reparar suas residências.