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Neste ínterim, Leo Felipe tentou ingressar no curso de Artes Visuais, mas não teve sucesso. Então optou pelo [[Jornalismo]], onde graduou-se. Depois passou a escrever, publicando os livros ''AUTO'' (2004) e ''O Vampiro'' (2006).<ref name="Culturíssima"/><ref>[http://www.coletiva.net/noticias/2006/11/apresentador-leo-felipe-e-o-convidado-do-primeira-pessoa/ "Apresentador Leo Felipe é o convidado do ''Primeira Pessoa''"]. ''Coletiva'', 03/11/2006</ref> Em 2014 lançou ''A Fantástica Fábrica'', que narra sem rodeios a fervilhante trajetória do Garagem Hermética. O livro é produto de dez anos de trabalho. Partes de seu material foram sendo publicadas à medida que iam sendo redigidas no seu [[blog]] e em outros veículos. A partir da boa repercussão, o autor decidiu reunir suas histórias em um livro, que recebeu ampla divulgação e muitas críticas positivas.<ref name="Garagem"/><ref name="Noize"/><ref name="Galera">Galera, Daniel. [http://oglobo.globo.com/cultura/garagem-historica-12525348 "Garagem histórica"]. ''O Globo'', 18/05/2014 </ref><ref name="Senhor F"/><ref name="fabico"/> Segundo o autor, "quando pensei na transição do blog para o livro, vi que não podia me autocensurar. Apesar de ter coisas muito fortes, alterei o mínimo possível".<ref>Pedrazza, Danilo & Velazquez, Matheus. [http://ladob.espm.br/index.php/8-minorias/9-garagem-hermetica-entre-bebidas-festas-blogs-e-livros "Garagem Hermética: Entre Bebidas, Festas, Blogs E Livros"]. ''Lado B'', 2015</ref> [[Diego Medina]], ex-[[Video Hits]], que responde pelas [[psicodelia|psicodélicas]] ilustrações do livro,<ref name="fabico">Santos, Laura Pacheco dos. [http://issuu.com/jornaldauniversidade/docs/ju_171_-_junho_2014/12 "O velho Garagem"]. In: ''Jornal da Universidade'', 2014; XVII (171):12</ref> assim o analisou:
 
::"O livro de Leo Felipe vem de certa forma preencher um vácuo na história da [[cultura pop]] porto-alegrense. Enquanto o pessoal da Oswaldo [ver nota <ref>Refere-se à avenida Oswaldo Aranha, entre os anos 70 e 80 o centro da contracultura local.</ref>] recebeu, com méritos, extensa reflexão e registro, a geração dos anos 90 parece que nunca recebeu a atenção necessária em relação aos seus [[mito fundador|mitos de origem]]. [...] Interessante na verdade é que Leo Felipe não assume aqui ares de historiador ou jornalista-testemunha do berço de uma cena cultural tão rica como a do Garagem. O livro de Leo Felipe é um legítimo ''memoir'', que conta muito mais a sua história pessoal do que a distanciada de um bar. Sorte que ambas coexistem e se confundem fortemente. [...] Mas não se enganem: poderia ser um saco ficar lendo sobre a ascensão e decadência de um jovem nos seus vinte e poucos anos, seja ela física, moral ou financeira. No caso de ''A Fantástica Fábrica'' é sensacional. Muito pela tradução perfeita que Leo Felipe consegue fazer do ''[[ethos]]'' noventista".<ref name="Noize">Medina, Diego. [http://noize.com.br/resenha-livro-a-fantastica-fabrica/#1 "Resenha: A Fantástica Fábrica"]. ''Noize'', 22/06/2014</ref>
 
Fabrício Silveira, do grupo de pesquisa CultPop, vinculado ao Programa de Pós-Graduação da [[UNISINOS]], também deixou impressão favorável: