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O '''Palácio de São Bento''', é um [[palácio]] de estilo [[neoclássico]] situado em [[Lisboa]], sendo a sede do [[Assembleia da República|Parlamento de Portugal]] desde 1834. Foi construído em finais do [[século XVI]] como mosteiro [[Ordem de São Bento|beneditino]] ('''Mosteiro de S. Bento da Saúde''') por [[Desenho arquitetônico|traça]] de [[Baltazar Álvares]].<ref>{{citar web |url=http://www.parlamento.pt/VisitaParlamento/Paginas/Introducao.aspx |título=Visitas ao Parlamento - Introdução |acessodata=27 de junho de 2014 |autor=Parlamento da República Portuguesa |autorlink=Assembleia da república }}</ref> Com a extinção das [[ordens religiosas]] em Portugal passou a ser propriedade do Estado. No século [[XVII]], foram construídas as criptas dos marqueses de Castelo Rodrigo.<ref>[http://www.publico.pt/Cultura/cripta-do-seculo-xvii-encontrada-debaixo-da-assembleia-da-republica_1453926 Público: Cripta do século XVII encontrada debaixo da Assembleia da República] 1 de setembro de 2010</ref>
 
Depois da implantação do regime liberal tornou-se sede das [[Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa|Cortes Gerais da Nação]], passando a ser conhecido por '''Palácio das Cortes'''. Acompanhando as mudanças da denominação oficial do Parlamento, o Palácio foi, também, tendo várias denominações oficiais: '''Palácio das Cortes''' (1834-19101911), '''Palácio do Congresso''' (19101911-1933) e '''Palácio da Assembleia Nacional''' (1933-1974). Em meados do século XX passou a utilizar-se, geralmente, a designação de '''Palácio de S. Bento''' em memória do antigo Convento. Essa denominação manteve-se, depois de 1976, quando passou a ser a sede da [[Assembleia da República (Portugal)|Assembleia da República]].
 
Ao longo dos séculos XIX e XX o Palácio foi sofrendo uma série de grandes obras de remodelação, interiores e exteriores, que o tornaram quase completamente distinto do antigo Mosteiro. O interior é igualmente grandioso, repleto de alas e de obras de arte de diferentes épocas da história de Portugal. O palácio foi classificado como [[Monumento Nacional]] em 2002.
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== Edifício Novo de S. Bento ==
O novo edifício, parte integrante do Palácio de S. Bento, situado na Praça de São Bento, foi projectado em 1996 pelo arquitecto Fernando Távora.
A sua inauguração, em 1999, tornou possíveis as indispensáveis ampliações à Assembleia, aumentando o número de gabinetes de trabalho dos deputados e de salas de reunião, e criando um anfiteatro para conferências e seminários. Nele foi também integrada a residência oficial do Presidente da Assembleia da República.
 
Internamente está dividido em seis andares com vãos simples, sendo o último recuado com um terraço com planta em forma de "U", onde está instalado um restaurante.
Funcionando como um corpo estruturalmente autónomo, está ligado ao Palácio apenas por um corredor interno que conduz à ala direita deste.
Esta concepção evitou a continuidade de intervenções e descaracterizações do traçado palaciano, revelando uma nova consciência histórica que respeita, preserva e valoriza o património artístico e cultural, cuidado que aliás se reflecte também no exterior do edifício, marcado pela sobriedade estética e pela depuração decorativa, com um revestimento de cantaria quadrada branca e rosa.
Em frente ao edifício novo encontra-se a estátua de José Estevão de Magalhães, da autoria do escultor Vítor Bastos, inaugurada em 1878, tal como certifica a placa pertencente às colecções da Assembleia da República, documentando a oficialidade do monumento, aprovado por subscrição parlamentar e popular, promovida por uma comissão de deputados da Nação.
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