Diferenças entre edições de "Aquiles Porto-Alegre"

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'''Aquiles José Gomes Porto-Alegre'''<ref>Pela grafia arcaica, ''Achylles Joze Gomes Porto-alegre''.</ref> ([[Rio Grande (Rio Grande do Sul)|Rio Grande]], {{dtlink|lang=br|29|3|1848}} — [[Porto Alegre]], {{dtlink|lang=br|21|3|1926}}) foi um [[escritor]], [[jornal]]ista, [[funcionário público]] e [[educador]] [[brasil]]eiro.
 
Em [[Porto Alegre]] estudou no [[Colégio Gomes]] e na [[Colégio Militar de Porto Alegre|Escola Militar]]. Irmão de [[Apeles Porto-Alegre|Apelles]] e [[Apolinário Porto-Alegre]], fundou com eles a [[Sociedade Pártenon Literário]] e, com o irmão Apolinário, fundou o ''Colégio Porto Alegre''.
Foi um dos precursores da [[crônica]] moderna na literatura gaúcha, publicando diversas obras sobre a cidade de Porto Alegre entre os anos de 1915 e 1925.
 
Jornalista, fundou e dirigiu o [[Jornal do Commercio (Porto Alegre)|Jornal do Commercio]] ([[1884]] a [[1888]]), onde assinou diversas crônicas com o [[pseudônimo]] ''Carnioli'', e de onde seu genro, [[Caldas Júnior]], saiu para fundar o [[Correio do Povo]]. Também dirigiu o jornal ''A Notícia'', [[1896]].
 
Em 25 de março de 1883 o Jornal do Commercio declarou não mais aceitar anúncios sobre fuga e negociação de escravos, sendo o primeiro jornal porto-alegrense defensor da libertação dos escravos.<ref>[[Emílio Fernandes de Sousa Docca|Sousa Docca, Emílio Fernandes de]], ''História do Rio Grande do Sul''. Rio de Janeiro: Edição da Organização Simões, 1954. Página 389.</ref>
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