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As nebulosas planetárias desempenham um papel fundamental na evolução galáctica. O [[universo]] primitivo consistia apenas em [[hidrogênio]] e [[hélio]], mas, com o passar do tempo, as [[estrela]]s foram criando no seu núcleo elementos mais pesados através da [[fusão nuclear]]. Assim, os gases que moldam a nebulosa planetária contêm uma importante proporção destes elementos mais pesados que o hélio chamados "metais", como o [[carbono]], o [[nitrogênio]], ou o [[oxigênio]], contribuindo para enriquecer o [[meio interestelar]] à medida que a nebulosa planetária se mistura com ele.<ref name="Kwok_p199-207">Kwok 2000, p. 199-207.</ref>
 
As gerações posteriores de estrelas terão portanto uma maior [[Metalicidademetalicidade]], ou seja, uma maior concentração destes elementos pesados. Embora a sua proporção com referência ao total da estrela seja ainda muito pequena, tem um efeito muito importante na sua evolução. As estrelas formadas no começo do universo e que possuem uma baixa quantidade destes elementos pesados são englobadas na chamada População II de estrelas, enquanto as estrelas mais novas com alta metalicidade são englobadas na População I.<ref>{{citar livro |autor=Marochnik, L.S.; Shukurov, A.; Yastrzhembsky, I. |título=The Milky Way galaxy |data=1996|editorial=Taylor & Francis |isbn=978-2881249310|edição=2ª}}</ref> Pelo general, as estrelas da População I encontram-se espalhadas pelo [[disco galáctico]], enquanto as da População II estão situadas no [[bulbo galáctico]] e no [[halo galáctico|halo]].<ref>{{Citar livro |autor=Martínez, V.J.; Miralles, J.A.; Marco, E.; Galadí-Enríquez, D. |título=Astronomía fundamental |data=2005|editorial=Universitat de València |isbn=978-84-370-6104-7|edição=1ª|língua=espanhol|página=225}}</ref>
 
== Distribuição e abundância ==