Diferenças entre edições de "Abóbada"

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Embora de uso generalizado no [[Império Romano]], a construção de abóbadas constituiu o principal problema [[arquitetura|arquitetônico]] da [[Idade Média]] europeia. O desafio de construí-las foi um dos fatores que impulsionaram a evolução da ''arquitetura ocidental''.
 
 
== Evolução histórica ==
Os povos [[Mesopotâmia|mesopotâmicos]] foram os primeiros a empregar abóbadas, que faziam de tijolos. No [[Antigo Egito|Egito]] e na [[Grécia Antiga|Grécia]] a cobertura dos edifícios era feita mediante estruturas horizontais, as [[arquitrave]]s, mas entre os cretenses e os micenianos já se encontravam algumas ''falsas abóbadas'' feitas de fileiras contíguas de tijolo e pedra. Os romanos recuperaram as técnicas originárias dos povos mesopotâmicos, retomadas depois no Ocidente e também no [[Império Bizantino]], de onde se transmitiram ao [[mundo islâmico]].
 
O período [[românico]] usou principalmente a [[abóbada de berço]], que evoluiu para a aresta e a de cruzeta até chegar à [[abóbada de ogivas]] característica do período gótico. O [[Renascimento]] recuperou os valores estéticos da arte clássica e, com eles, a abóbada de berço.
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