Abrir menu principal

Alterações

17 bytes adicionados, 13h18min de 12 de agosto de 2015
sem resumo de edição
Álvaro Pais serviu e foi [[Chanceler-Mor]] ou [[Vedor]] da [[Chancelaria]] do Rei [[Fernando I de Portugal|D. Fernando I]].<ref>"Mouzinho de Albuquerque", [[Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque e Cunha]], Edição do Autor, 1.ª Edição, Cascais, Volume III, 1989, p. 147</ref> Dizem também que já era Chanceler Mor de [[Pedro I de Portugal|D. Pedro I]], mas não aparece na respectiva Chancelaria. Morou na torre que tinha o seu nome, junto à [[Muralha Fernandina]], no extremo ocidental da cidade de Lisboa.
 
Em 1369, Álvaro Pais, vassalo del-rei e Vedor da sua Chancelaria, com sua mulher Sentil Esteves, vizinhos de Lisboa, compraram uma Quinta em Varatojo a Mestre Pedro, [[Cirurgião]], e sua mulher Maria Gonçalves, Quinta esta que deixou a Santo Elói de Lisboa Helena da Costa, segunda mulher de seu bisneto por varonia [[Pedro Vaz de Melo]]. O dito Mestre Pedro comprara essa Quinta em 1344 a Diogo Afonso Botelho, [[Escudeiro]], vassalo del-rei, e a sua mulher Inês Martins, moradores em [[Paços (Sabrosa)|Paços]], termo de [[Vila Real]].
 
Desempenhou um importantíssimo papel na fase inicial da [[Crise de 1383-1385]], contribuindo de forma decisiva para a aclamação do [[Mestre de Avis]] para [[Lista de reis de Portugal|Rei de Portugal]], e seu Aclamador ([[Crónica de Fernão Lopes]]).<ref>"Mouzinho de Albuquerque", [[Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque e Cunha]], Edição do Autor, 1.ª Edição, Cascais, Volume III, 1989, p. 148</ref> Terá desempenhado acção importante para o [[tumulto|levantamento popular]] subsequente ao assassínio do 2.º [[Conde de Ourém]] [[João Fernandes Andeiro]], que, segundo se presume, também terá sido instigado e perpetrado por inspiração sua, tendo aconselhado D. João a eliminá-lo,<ref name="Autor, 1 1989, p. 149"/> convenceu o mestre de Avis a tomar o poder e lhe deu o célebre conselho: "desse o que não era seu, prometesse o que não tinha e perdoasse a quem lhe errava, que assim iria bem...".
Utilizador anónimo