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Bernardo de Brito atribui-lhe um período exacto (1794 a.C. - 1760 a.C.).
 
Está associado ao mito do confronto entre [[Hércules]] e [[Gerião]], transposto na [[Monarchia Lusytana]] como episódio em que Gerião é um usurpador, também chamado ''"Gerion Deabo"'' por Bernardo de Brito, e as suas três cabeças seriam os filhos, denominados "Geriões" ou "Lomínios", contra os quais Hércules (Líbico) lutará.
<blockquote>
''Porque como diz Laimundo, em suas Antiguidades Lusitanas, passando da Ilha Eritreya, com os seus companheiros e gados em Portugal, soube grangear as vontades dos naturais da terra, repartindo com eles gado, e riquezas que tinha, que sem resistência lhe consentiram chamar-se Rey de Espanha, e meter-se no governo e regimento das coisas dele.<ref name="bb">{{citar livro|nome = Bernardo de|sobrenome = Brito|título = Monarchia Lusytana|ano = 1597|isbn = |url = http://purl.pt/14843}}</ref>''
</blockquote>
Será morto por [[Osiris (Monarquia Lusitana)|Jupiter Osiris]] que(Bernardo de Brito traz à lenda um nome de divindade do Egipto, Osíris) que teriaviria vindoaté à Ibéria para derrotar Gerião:
<blockquote>
''Chegaram os campos a encontrar-se junto do Rio Guadiana, segundo o Bispo de Girona e com ele nosso Laimundo, e romperam as batalhas com tanta pertinacia que Osyris se viu em ponto de perder naquela jornada (...) até que nela morreu Gerião, e com sua falta, a houve tão grande no ânimo da gente, que perdendo o campo, se puseram em fuga.''<ref name="bb"></ref> (Cap.9)</blockquote>
É descrito no Capítulo 9 da [[Monarchia Lusytana]]:<blockquote>''De como o tirano Gerião se apoderou do Reino de Espanha, e do que em Lusitania sucedeu até à sua morte.''<ref name="bb"></ref></blockquote>