Pixar: diferenças entre revisões

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== História ==
A companhia começou como uma divisão da [[Lucasfilm]], a Graphics Group, liderada pelo [[Edwin Catmull|Dr. Edwin E. Catmull]] do [[New York Institute of Technology]]. A Graphics Group criou softwares de computação gráfica e colaborou com a [[Industrial Light & Magic]] na criação de alguns efeitos visuais, principalmente nos filmes ''[[Star Trek II: The Wrath of Khan]]'' e ''[[Young Sherlock Holmes]]''. Em [[1986]] a companhia foi comprada por [[Steve Jobs]] (co-fundador da [[Apple Inc.]]) por US$10 milhões, se estabelecendo como uma companhia independente, com Catmull como presidente e Jobs como [[Chief executive officer|CEO]]. Dados os últimos sucessos da companhia, a venda da Lucasfilm foi descrita pela [[revista]] ''[[Total Film]]'' em [[2004]] como a 6ª "decisão mais idiota na história do cinema". A companhia foi rebatizada "Pixar", uma combinação da palavra "pixels" e da palavra "art", que é o que a animação pretende, fazer arte através de pixels.
No princípio a Pixar era uma companhia de hardware, com seu produto primário sendo o computador [[Pixar Image Computer]]. Um dos maiores compradores do computador era a [[Walt Disney Pictures]], que mais tarde em colaboração com a Pixar desenvolveu o [[w:Computer Animation Production System|CAPS]], um software que permitia colorizar animação tradicional no computador. O Image Computer nunca fez muito sucesso, e para tentar alavancar vendas, um dos empregados, [[John Lasseter]], produzia curtas animados como ''[[Luxo Jr.]]'' que mostravam as capacidades do aparelho. Depois a divisão de animação passou a fazer comerciais. Mas Jobs gastava tanto dinheiro na companhia, que só reconsiderou a idéia de vendê-la em 1991, quando após demissões em massa a Pixar assinou um contrato com a Disney por US$26 milhões para fazer três longas animados, o primeiro sendo ''[[Toy Story]]'', lançado nos cinemas em 1995.
 
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