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Até os primeiros quatro séculos, na [[igreja antiga]], não havia um parecer oficial sobre o cânon do Antigo Testamento. As opiniões eram muito diversas. [[Pais da Igreja]] como [[Melito de Sardes|Melito]], [[Cipriano de Cartago|Cipriano]] e [[Rufino de Aquileia]] postulavam pelo Cânon Hebraico (com 39 livros, excluindo os deuterocanônicos). Já [[Ireneu de Lyon|Ireneu]], [[São Justino]] e [[Santo Agostinho]] defendiam o Cânon Alexandrino (com 46 livros, incluindo os [[Deuterocanônicos]]). [[Jerônimo de Estridão|Jerônimo]] começou negando a canonicidade dos [[Deuterocanônicos]], embora os tenha incluindo em sua [[Vulgata]]. Escritos seus posteriores mostram que esta sua posição inicial foi revista, é o que se verifica em sua Carta a Rufino e outra a [[Paulino de Nola|Paulino, Bispo de Nola]].
 
No final do século IV, [[Concílios Ecumênicos]] reafirmaram o cânon alexandrino. É o caso dos concílios de [[Concílio de Roma|Roma]] ({{DC|382|x}}, dando origem ao cânon damasceno), [[Concílio de Hipona (393)|Hipona I]] (cânon 36, {{DC|393|x}}), [[Cartago III]] (cânon 47, 397 d.C), [[Cartago IV]] (cânon 24, {{DC|417|x}}) e [[Concílio Quinissexto|Trullo]] (cânon 2, {{DC|692|x}}). Um documento conhecido como Decreto Gelasiano ({{DC|496|x}}) também opta pelo cânon alexandrino.
 
As igrejas orientais também fizeram sua opção pelo cânon alexandrino, adotando a [[Septuaginta]] como a versão oficial do Antigo Testamento.
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