Diferenças entre edições de "Museu Imperial"

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== Os Jardins ==
[[Ficheiro:Placamuseuimperial.JPG|thumb|right|330px|Placa no Museu Imperial.]]
[[Ficheiro:Museu Imperial - Frente.jpg|thumb|right|Museu Imperial visto do jardim]]
Passear pelos jardins do Museu Imperial é reviver a época do Império e conhecer um pouco mais sobre os gostos de [[Pedro II do Brasil|d. Pedro II]]. Foi sob orientação pessoal do imperador que os jardins que circundam o Palácio foram construídos pelo paisagista parisiense Jean Baptiste Binot em 1854. Nesta quarta-feira - dia da semana em que os petropolitanos passaram a usufruir da entrada gratuita ao Museu -, o portão principal (fechado desde novembro de 2002) foi reaberto e a beleza dos jardins devolvida aos visitantes.Com cerca de 100 espécies de árvores e flores, vindas de mais de 15 regiões do mundo (México, Japão, Argentina, Índia, Equador, China, Austrália, Madagascar, entre outras) e grama francesa, os jardins conservam até hoje as linhas paisagísticas, tanto em relação aos canteiros como a disposição das espécies vegetais.O cinturão verde que envolve o Palácio possui desde árvores exóticas, como as bananeiras de Madagascar e árvores de incenso, a flores como camélias, jasmins, manacás e flores do imperador. Como complemento, pedestais de granito onde foram colocados bustos de figuras mitológicas, ganharam também três chafarizes e quatro fontes. Entre elas, a Fonte do Sapo, de onde os moradores retiravam água, na época do império, por acreditarem que era de melhor qualidade.O primeiro projeto apresentado foi de Glaziou, este paisagista oficial do imperador, que projetou os jardins da Quinta da Boa Boavista e diversos outros parques, mas foi recusado. Os jardins foram projetados por Binot, também francês. Ainda podem ser vistos o traçado primitivo dos jardins, desde pandalos da Africa, palmeiras da Australia, arvores de incenso, entre outras. Os jardins foram se modificando e diminiundo com o tempo, mas ainda podem ser vistos e apreciados.
 
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