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Pesquisas arquelógicas apontam que o "torno'" (ou "roda") da modelagem da [[argila]] tem a sua origem por volta de [[1000 a.C.]], sendo a primeira tecnologia que impulsionou as oficinais de oleiro nos critérios rapidez e perfeição de acabamento das peças. Atualmente, são muito utilizados na fabricação de peças de cerâmica como obra de arte ou artesanato, não deixando de ser uma peça industrial, pois muitos processos da indústria da cerâmica utilizam-se desta antiga tecnologia.<ref>[http://www.ceramicanorio.com/aprendendoourelembrando/torno/torno.html O Torno - Origem e Características] ''Site'' Cerâmica no Rio - acessado em 18 de janeiro de 2012</ref>
 
Este aparelho, ordinariamente de [[carvalho]], compõem-se de um estrado retangular, o "trabul" ou "trabulo", do centro da qual se ergue um eixo, o "quisso". Em torno deste, move-se o "tampo" ou "tabuão". Não há atrito direto entre a "roda" e o "trabul"; inferiormente a ela, cruzam-se duas espessas réguas, as "pombas", que efetuam esse contacto inevitável e se afastam do disco pelas "cravelhas", ou sejam, curtas espiguetas de madeira. Em face à "roda", o oleiro, com osa pésmão direita, imprime-lhe frequentemente o movimento necessário e, logo, com as duas, modela a pasta e guia a curva. Mais ou menos modificada, seria esta a forma usada nas antigas olarias do velho continente em seus primórdios, sendo, na atualidade, muito utilizada para o [[artesanato]] [[Povos ameríndios|indígena]].<ref name="gepb1">Portuguesa e Brasileira, 1936, p.270, v.XIX</ref>
 
Após moldados o artefato, os mesmo ficam a secar à sombra durante um determinada tempo em prateleira chamadas de "sequeiros".