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=== Década de 90 ===
A era de ouro da videoarte veio na década de 1990. Ela foi completamente popularizada, inclusive por artistas terem sido contratados por emissoras de televisão para criar vídeos comerciais no final da década de 1980, com a inauguração da MTV americana. Parte dos videoartistas, com o decorrer da história, se tornaram contratados “funcionais” e passaram a utilizar suas ideias em prol da televisão comercial. Nada de paradoxal, inclusive por que os pioneiros gostariam queproduções acinematográficas videoartedignas ajudassede aum transformarfilme ade televisãoHolywood. emFoi uma ambientepartir cultural,daí alémque dese elacriou mesmauma serconfusão aainda principalmaior inspiraçãosobre inicial:o “Umque dosseria principaisvideoarte objetivose doso primeirosque videoartistasnão eraseria. queCríticos opassaram vídeoa poderiadefini-la servirentão como uma“Arte alternativaFílmica”, parapor aser televisãoum comercialproduto (...)do Deaudiovisual fato,que se apresentava de acordoinúmeras come Kurtz,inesperadas aformas: televisão“A criouvideoarte a obsessãose ‘novidade,tornou intimidade,uma imediatidade,subseção envolvimentoda arte fílmica, e um sensotermo deque presentese tenso’,encaixa todasmelhor asà característicasatual deprática umda maioria dos artistas meiomidiáticos de televisãohoje.”<ref>(RUSH, 2003, p. 16165)</ref>.
 
Nesta mesma década teve início o costume de se transformar vídeo em filme, ou já gravar em película. Tornou-se costume, inclusive, criar uma videoarte utilizando-se de grandes produções cinematográficas dignas de um filme de Holywood. Foi a partir daí que se criou uma confusão ainda maior sobre o que seria videoarte e o que não seria. Críticos passaram a defini-la então como “Arte Fílmica”, por ser um produto do audiovisual que se apresentava de inúmeras e inesperadas formas: “A videoarte já se tornou uma subseção da arte fílmica, um termo que se encaixa melhor à atual prática da maioria dos artistas midiáticos de hoje.”<ref>(RUSH, 2003, p. 165)</ref>.
 
=== Século XXI ===
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