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Os subsídios pagos pelos romanos começaram por ser na forma de dinheiro ou géneros alimentares, mas à medida que as receitas fiscais caíam durante os [[século IV|séculos IV]] e [[século V|V]], os federados passaram a ser aquartelados em propriedades rurais, o que se tornou equivalente ao direito de passar a viver no território romano. A lealdade dos grandes proprietários rurais que viviam nas regiões fronteiriças das [[província]]s romanas foi grandemente afectada por esta prática.
 
Os [[francos]] tornaram-se federados em [[358]], quando [[Juliano (imperador)|Juliano]], o Apóstata, os autorizou a se estabelecerem em zonas do norte da [[Gália]], despovoadas no decurso do século anterior. Esta política esperava obter o apoio dos francos na defesa da [[fronteira do [[Rio Reno|Reno]]; não foi, porém, suficiente para conter a [[Travessia do Reno|invasão do inverno]] de [[406]] e [[407]], na qual os romanos e os francos foram derrotados pelos [[vândalos]] e pelos [[alanos]].
 
Em [[376]] os [[visigodos]] solicitaram ao imperador [[Valente (imperador)|Valente]] autorização para se estabelecerem na margem sul do [[Danúbio]], na condição de federados. Dois anos mais tarde, os visigodos revoltaram-se e derrotaram os romanos na [[batalha de Adrianópolis]] ([[378]]). A batalha causou baixas tão pesadas ao [[Império Romano]] que este teve de se apoiar cada vez mais nos federados. Exemplo desta situação é o vândalo [[Estilicão]], um dos maiores generais romanos desta época.