Diferenças entre edições de "João Roberto Marinho"

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'''João Roberto Marinho''' é o terceiro de quatro filhos de [[Roberto Marinho]] (1904 - 2003), nasceu no Rio de Janeiro em 16 de setembro de 1953. <ref name=Caras>{{citar web |url=http://caras.uol.com.br/festas/joao-roberto-marinho-e-irmaos-civita-em-laurea#.VT_oKCFVikp|título=João Roberto Marinho e irmãos Civita em láurea|acessodata=15 de Maio de 2015 |data=3/10/2013|publicado=Caras}}</ref><ref name=TerceiroTempo>{{citar web |url=http://terceirotempo.bol.uol.com.br/que-fim-levou/joao-roberto-marinho-5563|título=João Roberto Marinho |acessodata=15 de Maio de 2015 |data= |publicado=Terceiro tempo}}</ref> João Roberto Marinho é vice-presidente do Grupo Globo.<ref name=ForbesForbes1>{{citar web |url=http://www.forbes.com/profile/joao-roberto-marinho/|título=João Roberto Marinho |acessodata=15 de Maio de 2015 |data= |publicado=Forbes}}</ref>
 
== Carreira ==
 
== Controvérsias ==
Historicamente vinculadas ao [[Regime militar no Brasil (1964-1985)|regime militar brasileiro]] e posteriormente ao poderoso político [[Bahia|baiano]] [[Antônio Carlos Magalhães]] (ACM), um dos próceres da [[Ditadura militar|ditadura]],<ref>{{citar web|url=http://super.abril.com.br/cultura/voz-brasil-445717.shtml|título=A voz do Brasil|autor=[[Leandro Narloch]]|editor=[[Superinteressante]]|língua=português|data=junho de 2005|acessodata=10-11-2013|citação=Um estudo da pesquisadora Susy dos Santos, da Universidade Federal da Bahia, mostrou que pelo menos 40 afiliadas da Globo pertencem a políticos locais, todos ex-aliados dos militares. Os Magalhães, na Bahia, os Sarney, no Maranhão, os Collor, em Alagoas. O clima de paz e amor com o governo era tanto que, em 1972, o presidente Médici chegou a dizer: “Fico feliz todas as noites quando assisto ao noticiário. Porque, no noticiário da Globo, o mundo está um caos, mas o Brasil está em paz”.}}</ref> em meados dos anos 1990 o [[Grupo Globo]] começou um processo gradual de afastamento do seu passado sob o comando dos três filhos de [[Roberto Marinho]].<ref name="Bloomberg">{{citar web|url=http://www.bloomberg.com/news/2012-11-13/brazil-families-richer-than-batista-with-soaps-and-cement.html|título=Brazil Families Richer Than Batista With Soaps and Cement|editor=[[Bloomberg]]|autor=Alex Cuadros|língua=inglês|data=13-11-2012|acessodata=10-02-2013}}</ref><ref name="ISTOE">{{citar web|url=http://www.istoe.com.br/reportagens/34034_A+NOVA+ORDEM|título=A nova ordem - Globo e FHC se afastam de ACM e esvaziam senador baiano, que ameaça criar a CPI das Teles|língua=português|autores=Andrei Meireles, Isabela Abdala e Sônia Filgueiras|editor=[[ISTOÉ]]|data=22-03-2000|acessodata=10-02-2013}}</ref> Isto tornou-se evidente em março de 2000, quando denúncias de [[corrupção]] contra ACM foram veiculadas em [[horário nobre]] e rede nacional pela [[TV Globo]]. A iniciativa pegou de surpresa e enfureceu o político - ele mesmo proprietário de uma retransmissora da [[Rede Globo]] em [[Salvador (Bahia)|Salvador]], a [[TV Bahia]]. ACM enviou um [[fax]] de protesto aos Marinho, e João Roberto declarou que considerava a reclamação "natural" e que o relacionamento com o [[Senado Federal do Brasil|senador]] continuava "ótimo".<ref name="ISTOE"/>
Críticas de Nicéia Pittam foram veiculadas em [[horário nobre]] pela [[TV Globo]], em 2000 e a iniciativa foi criticada através de um fax por Antônio Carlos Magalhães. Em resposta, João Roberto declarou que "não estão dispostos a abrir mão da independência do jornalismo para atender às conveniências do senador" e que o relacionamento com o senador continuava "ótimo".<ref name="ISTOE">{{citar web|url=http://www.istoe.com.br/reportagens/34034_A+NOVA+ORDEM|título=A nova ordem - Globo e FHC se afastam de ACM e esvaziam senador baiano, que ameaça criar a CPI das Teles|língua=português|autores=Andrei Meireles, Isabela Abdala e Sônia Filgueiras|editor=[[ISTOÉ]]|data=22-03-2000|acessodata=10-02-2013}}</ref>
 
O jornalista [[Paulo Nogueira]], ex-diretor da [[Editora Globo]], recorda que em certa ocasião propôs uma pauta a ser publicada pela revista [[Época (revista)|Época]] (do Grupo Globo), sobre denúncias na [[internet]] contra a [[grande mídia]] brasileira, apontada como um seleto clube fechado (a "Hípica") cujos membros odiavam-se, mas não se criticavam. João Roberto teria determinado que a matéria não fosse feita. Nogueira acusa ainda João Roberto de o ter proibido de defender-se contra uma "agressão desonesta" promovida por [[Diogo Mainardi]], um dos expoentes do pensamento [[Neoconservadorismo|neoconservador]] brasileiro.<ref>{{citar web|url=http://diariodocentrodomundo.com.br/o-triunfo-de-alberto-dines/|título=O triunfo de Alberto Dines|autor=Paulo Nogueira|editor=[[Diário do Centro do Mundo]]|língua=português|data=12-08-2012|acessodata=10-02-2013}}</ref>
 
Em julho de 2008, durante o ''IV Congresso Brasileiro de Publicidade'', João Roberto criticou o [[Estado brasileiro]] por colocar-se como "tutor da população" na imposição da classificação dos programas televisivos por faixa etária. "''O cidadão brasileiro é adulto. Ele não pode ser tratado como subalterno, ou seja, ele tem direitos de escolha e sabe fazê-las''", declarou. Mas esclareceu que o "desapreço à [[liberdade de expressão]]" atingia apenas a área de [[entretenimento]], e que o jornalismo praticado pelo Grupo Globo não sofria qualquer tipo de [[censura]] por parte do governo federal<ref>{{citar web|url=http://www.portaldapropaganda.com/vitrine/tvportal/2008/07/0019?data=2008/07|título=Sem papas na língua (João Roberto Marinho)|autor=Gisele Centenaro|editor=Portal da Propaganda|língua=português|data=15-07-2008|acessodata=10-02-2013}}</ref>.
 
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