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'''Papa Leão X''', nascido João de Lourenço de Médici ({{lang-it|''Giovanni di Lorenzo [[Família Medici|de Medici]]''}}; [[11 de dezembro]] de [[1475]] – [[1 de dezembro]] de [[1521]]) foi [[papa]] de [[1513]] até sua morte. Ele foi o último não-sacerdote a ser eleito Papa. Ele é conhecido principalmente por ser o papa do início da [[Reforma Protestante]], iniciada por [[Martinho Lutero]] por suas [[95 teses]] e por ter sido o último papa a ter visto a [[Europa Ocidental]] totalmente [[católica]]. Ele nasceu comera o nome de '''Giovanni di Lorenzo de Medici''', segundo filho de [[Clarice Orsini]] e [[Lorenzo de Medici]], o governante mais famoso da [[República de Florença]]. Seu primo, Giulio di Giuliano de Medici, viria a suceder-lhe como [[Papa Clemente VII]] (1523-34).
 
== Vida inicial ==
Desde sua jovem idade Giovanni e sua família demonstraram interesse por uma carreira eclesiástica. Seu pai pressionou o [[Papa Inocêncio VIII]], que foi obrigado à nomeá-lo [[cardeal-diácono]] de [[Santa Maria em Domnica (diaconia)|Santa Maria em Domnica]] em março de 1489, quando tinha apenas treze anos, embora ele não tenha sido autorizado a usar as insígnias e demais deliberações do colégio dos cardeais até três anos depois.<ref name= "New Advent">{{citar web| url= http://www.newadvent.org/cathen/09162a.htm| sobrenome = | nome = | título = Pope Leo X | acessodata=2010-02-02 | publicado = Catholic Encyclopedia; New Advent}}</ref> Giovanni recebeu uma cuidadosa educação na corte de Lorenzo, foi colega de humanistas como [[Angelo Poliziano]], [[Pico della Mirandola]], [[Marsilio Ficino]] e [[Bernardo Dovizio Bibbiena]]. De [[1489]]-[[1491]], estudou [[teologia]] e [[Direito Canônico]] em Pisa sob instrução de [[Filippo Decio]].
 
Em 23 de março de 1492, com apenas 16 anos, foi formalmente admitido no Colégio dos cardeais e assumiu a sua residência em [[Roma]]. A morte de Lorenzo no ano seguinte em 8 de abril, fez Giovanni mudar-se para Florença. Ele participou do conclave de 1492 que se seguiu à morte de Inocêncio VIII, e se opôs terminantemente à eleição do cardeal Rodrigo Borgia, que foi eleito como o [[Papa Alexandre VI]]. Posteriormente ele morou com seu irmão mais velho, Piero di Lorenzo de Médici em Florença, durante a agitação provocada por [[Girolamo Savonarola]] e a invasão do [[Carlos VIII de França|Carlos VIII]] de França, permanecendo lá até a revolta dos florentinos e a expulsão dos Medici, em novembro de [[1494]]. Enquanto Piero encontrou refúgio em [[Veneza]] e [[Urbino]], Giovanni viajou para Alemanha, Holanda e França.
 
[[Ficheiro:Celio - santa Maria in Domnica 1831.JPG|thumb|left|220px|[[Santa Maria in Domnica]]]]
 
Em maio de 1500, retornou a Roma, onde foi recebido com cordialidade por Alexandre VI, e onde viveu por vários anos estudando arte e literatura. Em [[1503]] ele apoiou [[Júlio II]] como papa, e no mesmo ano após a morte de Piero de Medici, Giovanni tornou-se líder de sua família. Em 1 de outubro de 1511, foi nomeado [[legado papal]] de [[Bologna]] e da Romagna, e quando a república florentina declarou-se a favor dos pisanos cismáticos, Júlio II mandou-o contra sua cidade natal como líder do exército papal. Esta e outras tentativas para recuperar o controle político de Florença foram frustradas, até que uma revolução pacífica permitiu o retorno dos Medici. O irmão mais novo de Giovanni, Giuliano foi colocado na liderança da república, mas Giovanni tinha grande influência no governo.
 
== Vida como Papa ==
 
Giovanni foi eleito Papa em 9 de março de [[1513]], o primeiro a ser eleito na Capela Sistina, com apenas 37 anos, no que foi proclamado dois dias depois. Em 15 de março foi ordenado sacerdote e em 17 de março, ele foi consagrado bispo de Roma pelo cardeal Raffaele Riario, bispo de Ostia e Velletri, e decano do Sacro Colégio dos Cardeais. Ele foi [[Coroação papal|coroado]] em 19 de março pelo Cardeal Alessandro Farnese, Protodiácono de S. Eustachio.<ref>[http://www.fiu.edu/~mirandas/papacy.htm S. Miranda: Cardinals elected to the papacy].</ref>
=== Quinto Concílio de Latrão ===
{{AP|[[Quinto Concílio de Latrão]]}}
Suas conquistas mais importantes foram o registro na sua décima primeira sessão (9 de dezembro de 1516), com a confirmação da [[concordata]] entre Leão X e Francisco I, que estava destinada a regular as relações entre a Igreja francesa e a Santa Sé. Leão fechou o concilio em 16 de março de 1517. Ele conseguiu encerrar o cisma pisano.
=== Guerra de Urbino ===
[[Ficheiro:Raffael 040.jpg|thumb|250px|left|[[Rafael Sanzio]], pintura de ''Leão X'' com os cardeais Giulio de Medici e Luigi de Rossi.<br><small>Por [[Rafael Sanzio]], na [[Galleria degli Uffizi]]</small>]]
 
O ano que marcou o encerramento do Concílio de Latrão também foi marcado pela guerra de Leão contra o Duque de [[Urbino]] [[Francisco Maria I Della Rovere]]. Leão tinha intenção de que seu irmão Giuliano e, seu sobrinho Lorenzo, tivessem uma brilhante carreira secular. Ele havia chamado os [[patrício]]s romanos, que ele havia colocado no encargo de [[Florença]], para criar um reino no centro da Itália, formado por [[Parma]], [[Piacenza]], [[Ferrara]] e [[Urbino]].
 
A morte de Giuliano em março de 1516, no entanto, transferiu o favoritismo do papa para Lorenzo. A guerra durou de fevereiro a setembro [[1517]] e terminou com a expulsão do Duque e a vitória de Lorenzo.
 
=== Planos para uma Cruzada ===
O [[sultão]] [[Selim I]] conseguiu diversos avanços territoriais e começava a ameaçar invadir a [[Europa ocidental]]. Consequentemente, Leão sentiu a necessidade de paralisar o avanço do [[Império Otomano]] e elaborou planos para uma [[cruzada]]. Uma trégua devia ser proclamada em toda a [[cristandade]], ficando o Papa como o árbitro de disputas, o [[Sacro Imperador Romano-Germânico|Imperador do Sacro Império]] e o [[Rei de França]] a liderar o exército e [[Inglaterra]], [[Espanha]] e [[Portugal]] deviam fornecer a frota; e as forças combinadas deveriam ser dirigidas contra [[Constantinopla]]. A diplomacia papal para manter a paz falhou, e por conseguinte os planos para uma cruzada, e grande parte do dinheiro arrecadado foi gasto noutros fins.
 
Em 1519 a [[Reino da Humgria|Hungria]] concluiu uma trégua de três anos com Selim I, mas o próximo sultão, [[Solimão, o Magnífico]], recomeçou a guerra em Junho de 1521 e a 28 de Agosto capturou a cidadela de [[Belgrado]]. O Papa demonstrou-se muito assustado, e enviou cerca de 30.000 ducados para ajudar os cristãos húngaros.
 
== Cismas e heresias ==
[[Ficheiro:Bulla-contra-errores.jpg|thumb|210px|Bula ''[[Exsurge Domine|Contra errores Martini Lutheri]]''<br><small>Bula Papal de [[1520]].</small>]]
Leão foi perturbado por todo o seu pontificado por [[heresia]]s e [[cisma]]s, especialmente a [[Reforma Protestante|Rebelião]] desencadeada por [[Martinho Lutero]].
=== O cisma protestante ===
A bula papal adicional [[Exsurge Domine]] de 15 de junho de 1520 condenou quarenta e uma proposições extraídas dos ensinos de Lutero, e foi levado para a Alemanha por Eck, na sua qualidade de [[núncio apostólico]]. Leão formalmente excomungou Lutero pela bula de 3 de janeiro de 1521.
 
Foi também sob o pontificado de Leão que o movimento protestante foi criado na [[Escandinávia]]. O papa tinha em 1516, enviado o núncio papal Arcimboldi para a [[Dinamarca]]. O Rei [[Cristiano II da Dinamarca|Cristiano II]], que desejava consolidar seu poder, expulsou Arcimboldi em [[1520]] e convocou teólogos luteranos para [[Copenhague]]. Cristiano aprovou um plano pelo qual uma [[Religião de Estado|igreja estatal]] devia ser estabelecida na Dinamarca, todos os apelos para a Santa Sé deviam ser abolidos, e o rei devia possuir a jurisdição final em causas eclesiásticas. Leão enviou um novo núncio para Copenhague (1521), Francesco Minorite de Potentia, que resolveu parcialmente o problema.
 
== Papel nas Guerras Italianas e anos finais ==
[[Ficheiro:Ara Coeli (12).JPG|thumb|left|200px|Estátua do ''Papa Leão X,''<br><small>Estátua na igreja de ''[[Santa Maria in Aracoeli]]'', Roma.</small>]]
Leão apoiou o rei [[Luís XII de França]] e ratificou uma aliança com Veneza, fazendo um esforço para recuperar o [[Ducado de Milão]], após tentativas infrutíferas para manter a paz, se juntou a Liga dos Mechlin em 5 de abril de 1513 com o imperador [[Maximiliano I da Germânia|Maximiliano I]], [[Fernando II de Aragão]] e [[Henrique VIII de Inglaterra]]. Os franceses e os venezianos tiveram sucesso primeiramente, mas foram derrotados em junho, na [[Batalha de Novara]]. Os venezianos continuaram a luta até outubro. Em 9 de Dezembro, foi ratificada a paz com Luís XII.
 
 
Tendo ficado doente de [[broncopneumonia]]<ref>{{cite web|url=http://www.palazzo-medici.it/mediateca/en/Scheda_Leone_X|title=Leo X,Pope (1475-1521)|publisher=Mediateca di Palazzo Medici Riccardi|language=italiano}}</ref>, Leão X morreu repentinamente em 1 de dezembro de 1521, sem nem mesmo a extrema unção lhe pudesse ser administrada, mas as suspeitas contemporâneas de veneno eram infundadas. Ele foi enterrado na Igreja de [[Santa Maria sopra Minerva]].
 
 
=== Controvérsias e falsas acusações ===
Anteriormente foram escritos muitos fatos conflitantes e difamatórios sobre a personalidade e as realizações de Leão X, uma vez que pontificou durante a criação do [[protestantismo]]. Estudos mais recentes têm questionado a veracidade histórica de várias dessas alegações. Um relatório do embaixador veneziano Marino Giorgi de março 1517, indica algumas de suas características predominantes<ref>The Atlantis Blueprint, page 267 by Colin Wilson, 2002</ref>:
 
<blockquote>''O papa é um bem-humorado e extremamente livre, homem de coração, que evita todas as situações difíceis e, acima de tudo quer a paz (...), ele ama de aprendizagem; o [[direito canônico]] e literatura, possui um conhecimento notável, ele é, aliás, um músico excelente.''</blockquote>
 
Vários historiadores têm sugerido que Leão seria homossexual, esses setores sustentam sua posição citando cartas de [[Francesco Guicciardini]], que aludem àa ativas relações homossexuais por parte de Leão - alegando que o Condeconde Ludovico Rangone e Galeotto Malatesta seriam seus amantes. Outros setores difamatórios, por sua vez, afirmam que ele morreu na cama, envolvido em um ato sexual com uma jovem. Quando ele se tornou papa, é frequentemente citado que Leão X disse ao seu irmão Giuliano: "''Desde que Deus nos deu o papado, vamos desfrutá-lo''", mesmo que nessa época seu irmão não estivesse em Roma. Alguns setores chegaram a sustentar que o papa seria [[Ateísmo|ateu]], embora não haja qualquer prova que indique isto<ref>'''James Patrick Holding''' em [http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.tektonics.org/lp/popeleox.html&sa=X&oi=translate&resnum=1&ct=result&prev=/search%3Fq%3DThe%2BPageant%2Bof%2Bthe%2BPopes%2BJohn%2BBale%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26sa%3DG ensaio]</ref>. No entanto, tais frases e eventos atribuídos àa Leão X, ilustram a falta de seriedade relacionada ao Papa.
 
Cesare Falconi defendeu que Leão seria apaixonado pelo nobre veneziano Marcantonio Flaminio. Von Pastor argumentou, no entanto, contra a credibilidade desses depoimentos, e rejeitou as acusações de imoralidade, como polêmicas antipapais. Por exemplo, Gucciardini não era residente na corte papal durante o pontificado de Leão e sendo seu inimigo, desejava difamá-lo. Outros contemporâneos de Leão que conviveram com ele, como Mateus Herculano elogiaram sua castidade. Strathern argumenta que Leão não era sexualmente ativo como papa<ref>G. A .Cesareo, ''Pasquino e pasquinate nella Roma de Leone X'', Rome, 1938</ref><ref>Wotherspoon & Aldrich (Eds), Who’s who in gay and lesbian history, London, 2001</ref><ref>T. Wagner, ''Missverstandus und Vuororteil'' in 'Der Unterdruckte sexus', Berlin, 1977</ref><ref>C. Falconi, ''Leone X'', Milan, 1987</ref><ref>Ludwig von Pastor, ''The History of the Popes'', vol. 8, London 1908, p. 80-81 with note</ref><ref>Paul Strathern, ''The Medici: Godfathers of the Renaissance‎'', Jonathan Cape, 2003, p. 277</ref>
 
=== Papel na educação ===
Leão escreveu uma constituição em 5 de novembro de 1513 reformando a universidade romana, que tinha sido negligenciada por Júlio II. Ele restaurou todas as suas faculdades, concedeu salários maiores para os professores, e convocou professores de outras localidades como [[Pádua]] ou Bolonha para lecionar na universidade, em [[1514]] esta faculdade possuía oitenta e oito professores.
 
Leão chamou [[João Láscaris]] a Roma para dar aulas de grego, e comprou uma prensa tipográfica de grego em [[1515]], imprimindo os primeiros livros nessa língua na Itália. Leão também favoreceu a população judaica dos Estados da Igreja. Ele fez Rafael cuidar das antiguidades clássicas de Roma e seus arredores. Os latinistas [[Pietro Bembo]] e [[Jacopo Sadoleto]] foram secretários do papa, assim como o famoso poeta [[Bernardo Accolti]].
 
Outros poetas, foram [[Marco Girolamo Vida]], [[Gian Giorgio Trissino]] e escritores como [[Matteo Bandello]].
== Brasão ==
* Descrição: Escudo eclesiástico de [[Or (heráldica)|jalde]] com cinco arruelas de [[Gules|goles]] postas: 2,2 e 1; acompanhadas em chefe de uma arruela maior de [[Azure (heráldica)|blau]] carregado com três flores de lis de [[Or (heráldica)|jalde]] postas: 2 e 1. O escudo está assente em tarja branca. O conjunto pousado sobre duas chaves decussadas, a primeira de [[Or (heráldica)|jalde]] e a segunda de [[Or (heráldica)|jalde]], atadas por um cordão de [[Gules|goles]], com seus pingentes. Timbre: a [[tiara papal]] de [[Argent (heráldica)|argente]], com três coroas de [[Or (heráldica)|jalde]]. Quando são postos suportes, estes são dois anjos de carnação, sustentando cada um, na mão livre, uma cruz trevolada tripla, de jalde.
[[Ficheiro:Medici popes.svg|200px|thumb|left|Brasão pontifício de Leão X]]
* Interpretação: O escudo obedece às regras heráldicas para os eclesiásticos. Nele estão representadas as armas familiares do [[papa|pontífice]], os [[Casa de Médici|Medici]], que estarão também presentes nos brasões dos papas: [[papa Clemente VII|Clemente VII]], [[papa Pio IV|Pio IV]] e [[papa Leão XI|Leão XI]]. O campo de jalde (ouro) simboliza: nobreza, autoridade, premência, generosidade, ardor e descortínio. As arruelas são círculos de esmalte que para alguns autores representam a sorte, por imitarem a face de um [[dado]]; para outros representam um plano de corte de um tronco de árvore e ainda a matéria prima que pode ser comercializada e transformada em moeda. As arruelas de goles (vermelho), também ditas “guses”, representam, por seu esmalte, valor, empreendimento, ousadia e ainda o fogo da caridade inflamada no coração do [[papa|Soberano Pontífice]] pelo Divino Espírito Santo, que o inspira diretamente do governo supremo da [[Igreja Católica|Igreja]], bem como valor e o socorro aos necessitados, que o ''Vigário de [[Jesus Cristo|Cristo]]'' deve dispensar a todos os homens. A arruela de blau (azul), também dita “heurte”, carregada de três flores-de-lis, são o símbolo da [[Reino da França|Casa Real da França]], á qual se ligou a [[Casa de Médici]]. Os elementos externos do brasão expressam a jurisdição suprema do [[papa]]. As duas chaves "decussadas", uma de jalde (ouro) e a outra de argente (prata) são símbolos do poder espiritual e do poder temporal. E são uma referência do poder máximo do [[papa]] como sucessor de Pedro conforme o episódio evangélico conhecido como ''[[Confessio Petri]]''. Por conseguinte, as chaves são o símbolo típico do poder dado por Cristo a São Pedro e aos seus sucessores. A [[tiara papal]], usada como timbre, recorda, por sua simbologia, os três poderes papais: de Ordem, Jurisdição e Magistério, e sua unidade na mesma pessoa.
 
==Ver também==
== Notas e Referências ==
{{Wikiquote|Papa Leão X}}
=== Referências ===
*[[Família Médici]]
{{reflist}}
 
== Notas e {{Referências =|col=2}}
=== Fontes ===
* {{1911}}
 
=== Bibliografia ===
{{Refbegin|2}}
* Luther Martin. ''Luther's Correspondence and Other Contemporary Letters,'' 2 vols., tr.and ed. by Preserved Smith, Charles Michael Jacobs, The Lutheran Publication Society, Philadelphia, Pa. 1913, 1918. [http://books.google.com/books?vid=OCLC02338418&id=m4r3cwHjnvUC&pg=PA1&lpg=PA1&dq=%22Luther%27s+Correspondence+and+Other+Contemporary+Letters%22 vol.I (1507-1521)] and [http://books.google.com/books?vid=OCLC02338418&id=oEy_3aDT61sC&printsec=titlepage&dq=%22%09Luther%27s+Correspondence+and+Other+Contemporary+Letters%22 vol.2 (1521-1530)] from [[Google Books]]. Reprint of Vol.1, Wipf & Stock Publishers (March 2006). ISBN 1-59752-601-0
* [[Ludwig von Pastor]], ''History of the Popes from the Close of the Middle Ages; Drawn from the [[Arquivos Secretos do Vaticano|Secret Archives of the Vatican]] and other original sources'', 40 vols. St. Louis, B.Herder 1898
* Vaughan, Herbert M. The Medici Popes. New York: G.P. Putnam’s Sons, 1908.
* Zophy, Jonathan W. A Short History of Renaissance and Reformation Europe Dances over Fire and Water. 1996. 3rd ed. Upper Saddle River, New Jersey: Prentice Hall, 2003.
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==Ver também==
{{Wikiquote|Papa Leão X}}
*[[Família Médici]]
 
 
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