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A Companhia encarregava-se da exploração e exportação da erva semi-elaborada (cancheada) para [[Buenos Aires]]. Nesta cidade, outra empresa, a Francisco Mendes Gonçalves & Cia., encarregava-se da industrialização e distribuição do produto no mercado argentino e outros. A erva-mate atingiu grandes centros urbanos como [[Assunção]] ([[Paraguai]]), Buenos Aires ([[Argentina]]) e até [[Inglaterra]], [[França]] e [[Itália]].<ref name="Flávio R. Cavalcanti"/>
 
=== Larangeira Mendes & CiaCompania ===
Após denuncias do Superintendente, Dr. Antonio Corrêa da Costa<ref name="Adelaido Luiz Spinosa Vila"/> e de prejuízos com o transporte da produção da Matte Larangeira,<ref name="PM Porto Murtinho"/> o Banco Rio Branco decreta falência em [[1902]] e Thomaz Larangeira adquire seu espólio, já a Cia Matte Larangeira é vendida a companhia argentina Francisco Mendes & Cia,<ref name="Alcimar Lopes Lomba"/><ref name="PM Porto Murtinho"/> passando a se chamar Larangeira Mendes e Companhia. È assinado com o governo do estado novo contrato de arrendamento, nos mesmos moldes do anterior, que vigoraria até [[1916]].<ref name="Eva Maria Luiz Ferreira"/>
 
A empresa continuou operando a EF Porto Murtinho, transportando madeira ([[quebracho]]) da empresa até a usina da Floresta Brasileira S. A. para extração de [[tanino]], até pelo menos [[1958]], existindo indicações (vagas) de que, em [[1971]], os trens ainda estariam em operação.<ref name="Ralph Mennucci Giesbrecht"/>
 
== Mão-de-obra Indígena escravatura ==
Em [[1895]] quando a Cia. Matte Larangeira recebeu 5.000.000 [[hectare|ha]] em arrendamento de terras devolutas. Essa área compunha o território dos [[Kaiowás]] e [[Guaranis]].<ref name="Adelaido Luiz Spinosa Vila"/> Companhia utilizou ao longo da sua historia mão-de-obra indígena, principalmente das etnias Kaiowá e Guarani.
 
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