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No início era pouco evidente uma [[Igreja]] organizada como hoje, e desde o século primeiro, entre os que aderiam ao cristianismo, sempre existiram controvérsias doutrinárias e disciplinares, a respeito das quais se manifestavam com autoridade o grupo dos apóstolos, com especial destaque para Pedro, como se vê em At 15, 1-5. Havia grupos em [[Roma]], no [[Oriente]] e norte da [[África]], que sob influência [[helenista|helenística]], [[zoroastrismo|zoroastrista]] e de convicções pessoais, que queriam adaptar a doutrina de Jesus às suas ideias. Tais foram os grupos dissidentes ou heréticos fundados por [[Donato Magno]], o [[gnosticismo]] de [[Marcião]] (o "Primogênito de Satanás" segundo [[Jerônimo de Estridão|Jerônimo]]<ref name = JER> {{ws|"[[s:en:De Viris Illustribus#Chapter 17 (Polycarp the bishop)|De Viris Illustribus - Polycarp the bishop]]", em inglês}}</ref>), [[Montano]], [[Nestório]], [[Paulo de Samósata]] e [[Valentim (gnóstico)|Valentim]] entre outros. Os escritos de [[Tertuliano]] contra os heréticos e o "[[Contra Heresias]]" de [[Ireneu de Lyon]] foram respostas às heresias. O [[Primeiro Concílio de Niceia]] foi convocado pelo imperador [[Constantino I]] devido a disputas em torno da natureza de Jesus "não criado, consubstancial ao Pai". Na [[Santíssima Trindade]], as três pessoas têm a mesma natureza, ou seja, a divina.
 
A partir de 325, algumas verdades do cristianismo foram estabelecidas como [[dogma]] através de [[cânon]]es promulgados pelo [[primeiro concílio de Niceia]], dentre outros. O [[Credo Niceno-Constantinopolitano]] esclarecia os erros do [[arianismo|arianos]] que negava a divindade de Jesus. Foi usado por [[Cirilo de Alexandria|Cirilo]] para expulsar [[Nestório]].
 
O sacerdote espanhol [[Prisciliano]] foi o primeiro a ser executado por heresia, 60 anos após o concílio de Niceia (em 385), sob o protesto de [[Martinho de Tours|Martinho]], Bispo de [[Tours]], que não aceitava o ''“crime novo de submeter uma causa eclesiástica a um juiz secular”''.