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==== Sétimo círculo, Vale do Flegetonte (violência)====
No fim do sexto círculo há um alto precipício circular (de onde vem um terrível cheiro) que leva ao sétimo círculo, onde estão os violentos, que distribuem-se por três vales (ou ''giros''). No canto 11 Virgílio descreve a justiça do inferno. O sétimo círculo é descrito do canto 12 ao canto 17, cada canto descrevendo um vale e oos últimos três a cachoeira.
* '''Primeiro Vale - ''Vale do rio Flegetonte (violência contra o próximo)'':''' O rio [[Flegetonte]] é um rio de sangue fervente. Na sua margem estão algumas ruínas e o [[Minotauro]] de Creta, ainda na margem do rio, um pouco mais à frente, correm as filas de [[centauro]]s, dentre eles destacam-se [[Quíron]], [[Nesso]] e Fólo, os centauros estão armados com arcos e flechas, e atiram setas em todas as almas que se erguem do sangue mais do que lhe destinou sua culpa. Os violentos contra pessoas e seus bens, estão mergulhados no rio de sangue daqueles que oprimiram, quanto mais grave o crime, maior a parte imersa. Os tiranos mantém acima da superfície somente as sobrancelhas, eles atentaram contra a vida e contra os bens de suas vítimas, dentre eles está [[Alexandre, o Grande|Alexandre]], [[Dionísio]], [[Azolino]], [[Opizzo da Esti]]. Os assaltantes dentro do rio têm apenas o peito de fora, eles são punidos por terem praticado violência contra os bens de suas vítimas. Os homicidas só mantêm fora a cabeça. Também estão aqui [[Átila, o Huno|Átila]], [[Pirro]] e [[Sexto]] {{dn}}, [[Riniero de Corneto]] e [[Riniero Pazzo]]. É descrito no canto 12.
* '''Segundo Vale - ''Vale da Floresta dos Suicidas (violência contra si mesmos)'':''' Os violentos contra si mesmos (suicidas) são transformados em árvores sombrias e retorcidas; por todo lado ouvem-se gritos lamentosos. Quando os pecadores chegam e caem na selva, são transformadas em sementes, crescendo até tornarem-se árvores silvestres. ''"A folhagem não era verde, mas escura, os ramos não eram lisos, mas nodosos e torcidos, não frutos, mas espinhos venenosos"''. É onde estão os ninhos das [[Harpia (mitologia)|Harpia]]s citadas na [[Eneida]], que se alimentam das suas folhas, causando dor e sangramentos nas árvores. Aqui também estão os esbanjadores (violentos contra os próprios bens) que são eternamente perseguidos por cadelas famintas que representam a pobreza e o desespero. É descrito no Canto 13.
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