Abrir menu principal

Alterações

115 bytes adicionados ,  18h08min de 29 de novembro de 2015
sem resumo de edição
| cônjuge = [[Constantino I da Grécia]]
| tipo-cônjuge = Marido
| descendência = [[Jorge II da Grécia]]<br/>[[Alexandre da Grécia]]<br/>[[Helena da Grécia e Dinamarca]]<br/>[[Paulo da Grécia]]<br/>[[Irene da Grécia e Dinamarca]]<br/>[[Catarina da Grécia e Dinamarca]]
| nome completo = Sofia Doroteia Ulrica Alice
| casa = [[Casa de Hohenzollern|Hohenzollern]] {{small|(por nascimento)}}<br/>[[Casa de Schleswig-Holstein-Sonderburg-Glücksburg|{{nowrap|Schleswig-Holstein-Sonderburg}}-Glücksburg]] {{small|(por casamento)}}
| pai = [[Frederico III da Alemanha]]
| mãe = [[Vitória, Princesa Real do Reino Unido|Vitória, Princesa Real]]
| local de enterro = Cemitério Real, [[Palácio de Tatoi]], [[Atenas]], [[Grécia]]
}}
'''Sofia daDoroteia PrússiaUlrica Alice''' ([[Potsdam]], {{dtlink|14|6|1870}} – [[Frankfurt]], {{dtlink|13|1|1932}}) foi a esposa do rei [[Constantino I da Grécia|Constantino I]] e rainha consorte do [[Reino da Grécia]] de 1913 a 1917 e depois entre 1920 e 1922. Era a filha do imperador [[Frederico III da Alemanha]] e de [[Vitória, Princesa Real do Reino Unido]].
 
== Origens ==
[[Ficheiro:QueenSophiaYoungGirl.jpg|miniaturadaimagem|esquerda|A rainha Sofia em criança.]]
 
Sofia nasceu a 14 de Junho de 1870 no [[Novo Palácio de Potsdam]], na Prússia. Era filha do então príncipe-herdeiro [[Frederico III da Alemanha|Frederico Guilherme da Prússia]] (que se tornaria mais tarde imperador da Alemanha), e da sua esposa, a princesa [[Vitória, Princesa Real do Reino Unido|Vitória do Reino Unido]], filha mais velha da rainha [[Vitória do Reino Unido]] e do seu marido, o príncipe [[Alberto de Saxe-Coburgo-Gota|Alberto]].<ref>Gelardi, p. 3.</ref> Foi baptizada no mês seguinte numa cerimónia na qual todos os homens estavam vestidos de uniforme, uma vez que a Prússia tinha declarado guerra à França pouco tempo antes.<ref>Gelardi, pp. 3-4.</ref> A sua mãe descreveu o acontecimento da seguinte forma à rainha Vitória: "''O baptizado correu bem, mas foi triste e sério. Rostos ansiosos e olhos chorosos, e uma melancolia e prenúncio de toda a miséria que nos aguarda ensombraram a cerimónia que deveria ser de alegria e agradecimento''".<ref>Gelardi, p. 4.</ref>