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==Ascensão ao poder==
[[Imagem:Tremissis-Aelia Verina-s4344.jpg|thumb|upright=1.2|esquerda|[[Tremisse]] com efígie de [[Élia Verina]], esposa e posterior viúva do imperador Leão I, o Trácio. Como irmã de Basilisco, Verina o ajudou tanto em sua carreira política como militar.]]
Em 471 e 472, Basilisco ajudou Leão I a se livrar da influência germânica em sua corte, ajudando no assassinato do mestre dos soldados [[Alanos|alano]] [[AsparÁspar]]. A morte de AsparÁspar causou uma revolta na Trácia, liderada pelo [[Ostrogodos|ostrogodo]] trácio [[Teodorico Estrabão]], e Basilisco foi enviado para reprimir a revolta, onde obteve sucesso com a ajuda de seu sobrinho Armato. Em 474, recebeu a patente de ''caput senatus'', "o primeiro entre os senadores".<ref name="martindale"/>
 
Com a morte de Leão, [[Zenão I]], que era um "bárbaro" de [[Isáuria]], todavia ao mesmo tempo era casado com uma filha do imperador, subiu ao trono, depois de um curto reinado de seu próprio filho, [[Leão II (imperador)|Leão I]] (474). As origens "bárbaras" do imperador Zenão causaram uma certa antipatia entre o povo de [[Constantinopla]]. Além disso, uma parte significativa do exército era formada por soldados de origem germânica, liderado por Teodorico Estrabão, que detestava os oficiais [[Isáuria|isáuricos]] que Leão trouxe para reduzir sua dependência dos ostrogodos. Por último, Zenão fugiu de seu companheiro e general isáurico [[Illo]], que havia sido subornado por Basilisco. No meio da conspiração estava Verina, que promovia uma revolta popular contra o imperador. A revolta, apoiada por Teodorico Estrabão, Illo e Armato, foi bem sucedida, e Verina convenceu o imperador a deixar a cidade. Zenão fugiu para sua terra natal, levando consigo alguns dos isáuricos que viviam em Constantinopla, junto com o tesouro imperial.