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== Antecedentes ==
Após o fracasso da [[Ofensiva de Primavera|ofensiva de primavera alemã]] no começo de 1918 para terminar a guerra, [[Erich Ludendorff]], Chefe do Comando Central e comandandecomandante de facto do exército alemão, decidiu que atacar pela região de [[Flanders]] ([[Bélgica]]) daria a Alemanha uma enorme vantagem sobre a [[Força Expedicionária Britânica]] (BEF, em [[Língua inglesa|inglês]]), a mais experiente força Aliada no fronte ocidental. A fim de dar cobertura a sua operação e de expulsar os Aliados da Bélgica, Ludendorff planejou um ataque diversivo ao longo do Rio Marne.
 
== Ofensiva alemã ==
[[Ficheiro:2ndBattleOfTheMarne.jpg|thumb|left|O contra-ataque aliado.]]
[[Ficheiro:General gouraud french army world war i machinegun marne 1918.JPEG|thumb|right|Soldados franceses sob comando do General Gouraud, avançando e empurrando os alemães para longe do Marne, em 1918.]]
O fracasso alemão em quebrar as linhas inimigas, deu a [[Ferdinand Foch]], o Comandante Aliado Supremo, a vantagem para lançar um contra-ataque decisivo em 18 de julho; 24 divisões francesas, incluindo os ''[[Buffalo Soldiers]]'' da 92ª Divisão de Infantaria Americana e a 93ª Divisão de Infantaria, também dos EUA, sob comando francês, se juntaram as forças aliadas e com eles vieram mais oito enormes divisões do exército americano e 350 tanques, que atacaram os alemães desprevinidosdesprevenidos.
 
As preparações aliadas foram minuciosas. Foi dito que os Aliados tinham total conhecimento sobre a extensão e a capacidade do exército alemão.<ref>`Micahel S. Neiberg. The Second Battle of the Marne,2008.Pág 91</ref> Logo as forças francesas e americanas atacariam as posições inimigas e liderados por Foch conseguiram colocar os alemães em retirada. Essa foi a primeira de uma série de retiradas forçadas pelo exército alemão. Em setembro de 1918, nove divisões americanas (cerca de 243 mil homens) se uniram as quatro divisões francesas para forças os alemães a recuar até St. Mihiel.<ref>The American Pageant. America Helps Hammer the "Hun",2006.Pág, 708</ref>
 
Em maio, Foch do exército francês começaram a explorar as fraquesasfraquezas da onfensivaofensiva alemã.<ref>Michael S. Neiberg, Página 7</ref> O exército que derrotou os alemãs era composto por soldados americanos, franceses, britânicos e italianos. O maior problema era que Foch tinha que trabalhar com “quatro comandantes de nacionalidades diferentes mas sem nenhuma autoridade real para dar ordens a eles[...] porém eles conseguiram lutar com as forças combinadas e superaram os problemas de língua, cultura, doutrina e estilos de guerrear.<ref>Ibid, Pg7</ref>” A presença do [[Exército dos Estados Unidos|Exército]] dos [[Estados Unidos]] foi crucial para deter o avanço alemão. Floyd Gibbons falou sobre as tropas americanas no front dizendo que “Nunca viu homens atacar e ir em direção a morte com tanta força de espírito."<ref>Byron Farwell, Over There: The United States in the Great War, Pág, 169.</ref> Os americanos que tinham acabado de entrar na guerra foram importantes na vitória sobre os alemães pois eles estavam descansados devido a entrada tardia do seu país no conflito contra o exausto exército inimigo, que agora estava em grande desvantagem numérica.
 
Em 19 de julho, o [[Exército Italiano]] perdeu 9,334 oficiais e outros 24 mil soldados pereceram. Apesar disso, Berthelot enviou suas duas novas divisões britânicas, a 51ª (Highland) e a 62ª (West Riding)<ref>Everard Wyrall, The History of the 62nd (West Riding) Division 1914-1919 (de 1920-25)</ref>, através das linhas italianas para atacar o Vale de Ardre ('''Batalha de Tardenois''' ({{lang-fr|Bataille du Tardenois}}) - nomeada assim pelas planícies de Tardenois).