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Em [[1645]], foi criada a [[Tapada da Ajuda|Real Tapada de Alcântara]], mais tarde chamada Tapada da Ajuda, e servia de espaço de lazer e caça da família real, pois existiam lá [[gazela]]s e [[javali]]s. Os reis eram grandes apreciadores do local, em especial o rei [[D. Pedro II]], tendo até o seu coração sido enterrado no Convento das Flamengas. Entre 1690 e 1728 foi construída por [[Carlos de Sousa e Azevedo]] a [[Fábrica da Pólvora de Barcarena|Fábrica da Pólvora]].
 
No século XVIII, Alcântara contava já com 600 habitantes. Existiam dois núcleos habitacionais, um perto ao longo de uma rua junto ao [[Palácio Real de Alcântara]] (actualmente rua 1º de Maio), e outro perto da ponte (actualmente ruas Vieira da Silva e das Fontainhas). Foram construídos os [[palácio]]s da [[Palacete da Ribeira Grande|Ribeira Grande]], [[Palácio Sabugosa|Sabugosa]], da [[Palacete Ponte|Ponte]] entre outros. No ano de [[1743]] a [[ponte de Alcântara (Lisboa)|ponte de Alcântara]] foi restaurada e foi acrescentada uma [[estátua]] de [[S. João Nepomuceno]].
 
O [[Terramoto de 1755]] destruiu o Palácio Real de Alcântara, mas fez poucas vítimas e destruição; por esse motivo, depois do [[terramoto]], foram atraídos muitos moradores. O rei [[D. José]], que se instalou numa construção de madeira, chamada, [[Real Barraca]], na Ajuda, mandou que a tapada fosse renovada para usufruto da família real. A indústria foi muito desenvolvida em Alcântara devido ao [[Marquês de Pombal]], que aí instalou várias fábricas, nomeadamente a [[Tinturaria da Real Fábrica das Sedas]].
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