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O termo semivogal normalmente é considerado como sinônimo de ''glide'', pois ambos os termos se referem à qualidade de menor duração de um ditongo ou tritongo, porém termo ''glide'' normalmente é usado para se referir à qualidade de menor duração de uma vogal longa que muda de qualidade durante sua produção, como por exemplo na vogal inglesa ⟨a⟩ {{AFI|/eɪ̯/}}, enquanto que o termo semivogal normalmente é utilizado quando essa "qualidade de menor duração" trata-se de um fonema separado na mesma sílaba.
 
As semivogais também existem como fonemas separados no inglês e são vistas como consoantes, são o ⟨w⟩ como em ''wine'', correspondendo à vogal {{AFI|/uː/}}, e ⟨y⟩ em ''yes'';, correspondendo à vogal {{AFI|/iː/}}. [[fonética|foneticamenteFoneticamente]] falando, ''wine'' é um tritongo, mas em nível [[fonologia|fonológico]] trata-se de uma sequência de uma consoante no ataque da sílaba, seguida de uma vogal longa que muda de qualidade (''gliding''), e uma consoante nasal na coda. Estes dois tipos de ditongos podem gerar dúvidas, nenhum ditongo fonológico da língua inglesa começa com ''glide'', mas o ditongo {{AFI|/juː/}} representado pela letra ⟨u⟩ é às vezes contado junto com os ditongos fonológicos do idioma, mas o mesmo se comporta fonologicamente como sequência de consoante e vogal, pois além de ser um homofonema do pronome ''you'', pode-se constatar seu caráter fonológico através do uso do artigo indefinido ''a'' que se torna ''an'' antes de vogal (e.g. ''an apple'', ''an hour'', ''a house'', ''a universe'').
 
Na língua portuguesa, existem duas semivogais que utilizam consoante aproximante:
 
A [[aproximante palatal]] (representada por {{IPA|/j/}} no [[Alfabeto fonético internacional|AFI]]) é formada quando o pré-dorso da língua aproxima-se do palato anterior, sem, no entanto, existir fricção de ar. Encontramos essa semivogal, por exemplo em:
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