Diferenças entre edições de "Escravidão em África"

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Retirando conteúdo tendencioso que defende as cotas.
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Em termos demográficos, o Brasil foi redesenhado nos três séculos de tráfico de escravos. É claro que a escravidão deixou um legado de inúmeros problemas. O [[preconceito racial]], o desdém pelo estudo da [[história africana]], e até mesmo o desprezo pelo trabalho por aqueles que estão no topo da pirâmide econômica.
 
Estimulada por novos "preceitos da ciência", como o [[darwinismo social]], a discriminação racial se acentuou no XIX e, mais de um século após a [[abolição da escravatura no Brasil]], a maior parte das escolas particulares desses país ainda têm mais brancos do que negros.
 
São os brancos que alcançam os melhores postos de trabalho e os salários mais elevados. E, para agravar a situação, a população negra do Brasil experimentou um processo de assimilação. A [[miscigenação]], que se verificou desde o tempo [[Brasil Colônia|colonial]] (e não ocorreu nas regiões americanas colonizadas por [[inglês|ingleses]], [[franceses]] e [[espanhóis]]) se tornou uma forma de ascensão social e inibiu movimentos de afirmação de um povo que sempre foi majoritário no país – e nunca alcançou o poder.
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