Abrir menu principal

Alterações

1 825 bytes adicionados, 04h34min de 5 de janeiro de 2016
acrescentei informações
A [[17 de março]] de [[2015]], o [[Likud]] de Benjamin Netanyahu foi o partido mais votado nas eleições legislativas em Israel, formando um governo de coligação<ref>[[http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4460095&page=-1 17 de março de 2015 - Likud de Benjamin Netanyahu foi o partido mais votado]</ref>.
 
=== Controvérsias ===
{{referências}}
 
=== Declaração de Netanyahu sobre holocausto ===
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta quarta-feira (21/10) que Adolf Hitler foi influenciado a matar judeus pelo grão-mufti de Jerusalém Haj Amin al-Husseini. Segundo o chefe de governo, o plano inicial de Hitler era expulsar os judeus, mas ele teria mudado de ideia e teria sido convencido a exterminá-los após um encontro com o líder palestino.
 
A polêmica declaração foi dada durante o 37º Congresso Sionista Mundial em Jerusalém, em meio a uma onda de crescente violência entre israelenses e palestinos na Cisjordânia, em Gaza e em Israel, que já deixaram mais de 54 mortos, dos quais, 46 são palestinos.
 
“Hitler não queria exterminar os judeus naquele momento, ele queria expulsá-los. E Haj Amin al-Husseini foi até Hitler e disse: ‘se você expulsá-los, eles virão todos aqui [à Palestina]”, contou Netanyahu. Segundo o líder israelense, Hitler teria então perguntado: “o que eu deveria fazer com eles?” e o grão-mufti teria respondido: “queime-os”.
 
Em resposta, o secretário-geral da OLP (Organização para a Libertação da Palestina), Saeb Erekat, afirmou nesta quarta que as declarações de Netanyahu são “moralmente indefensáveis e incendiárias”.
 
“Netanyahu odeia tanto os palestinos que está disposto a absolver a Hitler do assassinato de seis milhões de judeus”, disse Erekat, acrescentando que o premiê “deveria deixar de usar esta tragédia humana para ganhar pontos para seus objetivos políticos”.
 
O discurso de Netanyahu também gerou grande comoção e debate nas redes sociais e lembra outro episódio, em 2012, quando o premiê declarou no Knesset (Parlamento de Israel) que Husseini foi “um dos arquiteros que lideraram” o Holocausto.{{referências}}
 
==Livros e artigos publicados==
Utilizador anónimo