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[[Imagem:00 Carcassonne - Porte de l'Aude - JPG1.jpg|thumb|Porta de Aude da cidadela]]
 
A partir do início do século {{séc|XVI}}, a cidade baixa cresceu mais do que a cidadela, que perdeu o seu papel militar. Em 1531 o [[protestantismo]] faz a sua aparição na cidade, mas os [[Calvinismo|calvinistas]] foram perseguidos na cidade baixa, a qual viu as suas fortificações reforçadas. A cidade tornou-se uma base para os [[católicos]], que dali dirigem ataques contra as aldeias protestantes da região, como [[Limoux]], {{ilc|Bram|[[Bram (Aude)|Bram (comuna)|Bram (França)}}]] e outras. As rivalidades crescentes entre a cidadela e a cidade baixa provocam a destruições na cidade baixa. No início da década de 1560, os protestantes de Carcassona são massacrados. {{lknb|Carlos|IX|de França}} passa na cidade durante a sua volta a França {{nwrap||1564|1566}}, acompanhado pela [[Corte (realeza)|corte]] e pelos Grandes do Reino: o seu irmão [[Henrique III de França|duque de Anjou]], [[Henrique IV de França|Henrique de Navarra]] e os cardeais {{ilc|de Bourbon|Carlos I de Bourbon (cardeal)|Charles I de Bourbon (arcebispo de Rouen)}} e [[Carlos de Lorena-Guise|de Lorraine]].<ref name=miq255 />
 
Uma passagem da ''«[[Histoire générale de Languedoc]]»'', do abade [[Joseph Vaissète]] {{nwrap||1685|1576}} apresenta uma descrição interessante da reunião dos "{{ilc|Estados de Languedoque||États de Languedoc}}" (''États de Languedoc''){{