Diferenças entre edições de "Instituto da Nobreza Portuguesa"

1 652 bytes removidos ,  01h17min de 16 de janeiro de 2016
→‎Criação e objectivos do Instituto da Nobreza Portuguesa: - fonte fajuta de fundação que em local nenhum menciona o instituto + VDA da revista Sábado, artilhado em "citação" de dois parágrafos, já agora podiam colocar o artigo inteiro...
(→‎Criação e objectivos do Instituto da Nobreza Portuguesa: - coisas suspeitas sem fonte que as sustente, até o preço dos títulos vieram apregoar aqui - SPAM)
(→‎Criação e objectivos do Instituto da Nobreza Portuguesa: - fonte fajuta de fundação que em local nenhum menciona o instituto + VDA da revista Sábado, artilhado em "citação" de dois parágrafos, já agora podiam colocar o artigo inteiro...)
 
Com a morte de Duarte Nuno de Bragança a 23 de Dezembro de 1976, sucedeu-lhe o seu filho, Duarte Pio de Bragança, alegando reunir em si os Direitos Dinásticos dos dois ramos da [[dinastia de Bragança]]: o da [[Casa de Bragança]] e o da [[Casa de Bragança-Saxe-Coburgo e Gota]].
 
== Criação e objectivos do Instituto da Nobreza Portuguesa ==
O Instituto da Nobreza Portuguesa, fundado em [[2004]] por determinação de [[Duarte Pio de Bragança]], tem a sua sede no [[Palácio dos Marqueses de Fronteira]], parte da [[Fundação das Casas Fronteira e Alorna]].<ref>http://www.fronteira-alorna.pt/</ref>
 
{{quote2|Há pelo menos 235 pessoas que levam o assunto a sério ao ponto de, nos últimos seis anos e meio, terem recorrido ao Instituto da Nobreza Portuguesa: 86 viram reconhecidos os seus títulos de nobres, 144 registaram os seus brasões e cinco pessoas levaram esta entidade de direito privado a consagrar que tinham direito a ser tratadas por "Dom".
 
Cem anos depois do fim da monarquia, estão registados em Portugal cerca de 900 títulos, entre os quais nove de duque e 50 de marquês. Como é possível deter mais do que um título o universo total de nobreza titulada ronda os 700 portugueses, segundo uma estimativa de António Mattos e Silva, secretário-geral do Instituto. A Direcção é presidida pelo marquês de Lavradio, e conta entre os seus vogais com o barão de Oliveira Lima, que é o ex-ministro da AD [[Augusto Ferreira do Amaral]], irmão de [[Joaquim Ferreira do Amaral]], ministro das Obras Públicas de Cavaco Silva e actual presidente da Lusoponte, e de [[João Ferreira do Amaral]], ex-assessor económico de [[Jorge Sampaio]] na [[Presidente da República Portuguesa|Presidência da República]].|''[[Sábado (revista)|Sábado]]'', N.º 348, 29 de Dezembro de 2010 a 5 de Janeiro de 2011, "Monarquia. Antepassados Nobres. As Ligações Mais Surpreendentes", por Pedro Jorge Castro, p. 35}}
 
== Ver também ==
211 976

edições