Diferenças entre edições de "Instituto da Nobreza Portuguesa"

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(→‎Criação e objectivos do Instituto da Nobreza Portuguesa: - fonte fajuta de fundação que em local nenhum menciona o instituto + VDA da revista Sábado, artilhado em "citação" de dois parágrafos, já agora podiam colocar o artigo inteiro...)
Além dos títulos cuja criação foi objeto dum Decreto regular, sob o Regime Monárquico, outros houve concedidos por Soberanos no exílio, principalmente o ramo [[Miguelista]], os quais só puderam ser usados pelos respetivos beneficiários sob o Regime Republicano. Tratava-se de recompensar serviços de comprovada fidelidade à Causa dos ditos Príncipes exilados, embora nunca tivessem tido existência jurídica regular perante o Estado, à semelhança dos títulos concedidos e reconhecidos pelo ramo Carlista em [[Espanha]], os quais apenas começaram a ser reconhecidos na [[Espanha Franquista]].<ref>"Nobreza de Portugal e do Brasil", Direcção de Afonso Eduardo Martins Zuquete, Editorial Enciclopédia, 2.ª Edição, Lisboa, 1989, Volume Segundo, p. 198</ref>
 
== Conselho de Nobreza e Instituto da Nobreza Portuguesa==
Com a morte de Duarte Nuno de Bragança a 23 de Dezembro de 1976, sucedeu-lhe o seu filho, Duarte Pio de Bragança, alegando reunir em si os Direitos Dinásticos dos dois ramos da [[dinastia de Bragança]]: o da [[Casa de Bragança]] e o da [[Casa de Bragança-Saxe-Coburgo e Gota]].
Após o fim da monarquia, o direito de conferir títulos, em tempos prerrogativa do monarca, deixou de poder pertencer a alguém, colocando os títulos nobiliárquicos num estado de estagnação. Não obstante, [[Duarte Pio de Bragança]], pretendente ao trono português, superintendeu o reconhecimento de títulos já existentes com a colaboração do '''Conselho de Nobreza''', criado por seu pai, até dissolve-lo em 2002<ref name="Ant" /> ou 2003<ref name="expr_Expr" />.
 
Segundo [[Paulo Teixeira Pinto]], presidente da associação [[Causa Real]], a partir dos anos 1980, Duarte Pio chamou a si a prerrogativa de conceder títulos nobiliárquicos, confirmando alguns títulos antigos e atribuindo novos, recuperando também a extinta [[Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa]], distinção que tem atribuído ao longo dos anos a várias personalidades. Um dos casos mais polémicos gerados no exercício da alegada prerrogativa foi a atribuição do título de [[barão]] em 2003 a [[Miguel Horta e Costa]], então presidente da [[Portugal Telecom]], notícia que na época fez manchete nos jornais. A criação deste novo título não foi consensual, apesar da explicação então emitida pelo gabinete de Duarte de Bragança, que seria "um caso de exceção, atendendo aos seus méritos e à sua tradição familiar". Outro episódio que não foi bem aceite foi, segundo Paulo Teixeira Pinto, a atribuição do título de [[duquesa de Cadaval]] a Diana, terceira filha do representante do título de duque de Cadaval. Confrontado com estas polémicas, Duarte Pio tomou a decisão de extinguir o Conselho da Nobreza, a que presidia, e que até aí se responsabilizava por estas questões, substituindo-o pelo Instituto da Nobreza Portuguesa,<ref name="expr_Expr" /> estabelecido a seu pedido em 5 de Julho de 2004.<ref name="Ant">{{citar livro|autor=James D. Faubion|título=An Anthropology of Ethics|editora=Cambridge University Press|ano=2011|páginas=128-129|id=}}</ref>
 
Duarte Pio considera que os títulos que concede, na alegada qualidade de chefe da Casa Real, são meramente honoríficos, e que somente fazem sentido para quem acredita e aceita a causa real. <ref name="expr_Expr">{{Cite web
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== Ver também ==
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