Diferenças entre edições de "Senciência"

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Alguns trechos fazem afirmações que carecem de fontes para serem confirmadas
(Alguns trechos fazem afirmações que carecem de fontes para serem confirmadas)
A circustância de assumir que um animal não é senciente, sem qualquer provas que sustentem essa presunção, condicionará inevitavelmente um problema a enfrentar sofre a questão [[moral]] e [[ética]] individual. Portanto, assumir que todos os animais são sencientes é o raciocínio mais coerente a considerar.
 
Tem-se descoberto cada vez mais que, seres que se pensava não serem sencientes ou serem apenas basicamente sencientes, são mais complexamente sencientes e mesmo inteligentes do que alguma vez se podia imaginar. Tem vindo a crescer cada vez mais o número de  <nowiki>{{Carece de fontes2|provas que sustentam a ideia de que as capacidades cognitivas dos animais são muito maiores, mais complexas e profundas do que tradicionalmente se tem acreditado.|{{subst:DATA}}}}</nowiki>
 
Diz-se de organismos vivos que não apenas apresentam [[Reação orgânica|reações orgânicas]] ou [[físico-química orgânica|físico-químicas]] aos processos que afetam o seu corpo (sensibilidade), mas além dessas reações, possuem um acompanhamento no sentido em que essas mesmas reações são percebidas como estados mentais positivos ou negativos. É, portanto, um indício de que existe um "eu" que vivência e experimenta as sensações. É o que diferencia indivíduos vivos de meras coisas vivas.<ref name=senc/> O modo como as pessoas vêem os outros animais é influenciado pela [[educação]] que tiveram e pelas tendências do seu tempo.
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