Mosteiro de São Dinis: diferenças entre revisões

1 243 bytes adicionados ,  19h05min de 26 de janeiro de 2016
Acrescento ao contexto histórico do Mosteiro.
(Introdução de informação sobre o edifício.)
(Acrescento ao contexto histórico do Mosteiro.)
==Historial==
[[File:Mosteiro S Dinis Odivelas IMG 1518.JPG|thumb|left|Capela-mor ([[estilo gótico]])]]
O mosteiro, da [[Ordem de Cister]], foi fundado por [[Dinis de Portugal|D. Dinis]]. Reza a lenda que D. Dinis terá tido esta iniciativa como forma de pagamento de uma promessa feita a S. Luiz bem como a S. Dins, quando numa caçada no Alentejo foi surpreendido por um urso. Perante a aparição do santo, o rei recobrou forças e neutralizou o enorme animal.
O mosteiro, da [[Ordem de Cister]], foi fundado por [[Dinis de Portugal|D. Dinis]]. A construção primitiva, em [[estilo gótico]], iniciou-se em 1295 e teve como arquitetos os mestres Antão Martins e Afonso Martins, e ainda Frei João Turriano, engenheiro-mor do reino. Devido à extensão dos danos causados pelo [[terramoto de 1755]], da construção gótica inicial restam apenas alguns troços dos claustros e a cabeceira da igreja – com o seu portal lateral sul –, constituída pela abside e capelas laterais, com [[abóbada|abóbadas]] de nervuras chanfradas. O mosteiro reflete a diversidade estilística das sucessivas intervenções a que foi submetido, apresentando, a par dos elementos tipicamente góticos da edificação inicial, outros de características [[manuelino|manuelinas]], [[barroco|barrocas]] e [[neoclassicismo|neoclássicas]].<ref name="Mosteiro">{{citar web|URL=http://www.mosteirodeodivelas.org/o-mosteiro-de-odivelas-e-as-suas-profundas-alteracoes/
A escolha do local para D. Dinis edificar a sua fé, incidiu numa propriedade do Rei no termo de Lisboa, Odivelas, onde se situava a “Quinta das Flores”. Esta zona gozava de ótimos recursos naturais, nomeadamente, solos férteis, um curso de água, e ainda a sua morfologia que favorecia um natural abrigo das culturas. O mosteiro destinava-se a receber uma comunidade feminina cisterciense e a escolha do local pretendia assegurar a subsistência das monjas e garantir o recato das mesmas, sendo criados campos de cultivo junto ao mosteiro. <ref>Figueiredo, B. ''O Mosteiro de Odivelas'': os casos de reis e memórias de freiras. Lisboa: Livraria Ferreira, 1889, pp. 7-9</ref>
O mosteiro, da [[Ordem de Cister]], foi fundado por [[Dinis de Portugal|D. Dinis]]. A construção primitiva, em [[estilo gótico]], iniciou-se em 1295 e teve como arquitetos os mestres Antão Martins e Afonso Martins, e ainda Frei João Turriano, engenheiro-mor do reino. Devido à extensão dos danos causados pelo [[terramoto de 1755]], da construção gótica inicial restam apenas alguns troços dos claustros e a cabeceira da igreja – com o seu portal lateral sul –, constituída pela abside e capelas laterais, com [[abóbada|abóbadas]] de nervuras chanfradas. O mosteiro reflete a diversidade estilística das sucessivas intervenções a que foi submetido, apresentando, a par dos elementos tipicamente góticos da edificação inicial, outros de características [[manuelino|manuelinas]], [[barroco|barrocas]] e [[neoclassicismo|neoclássicas]].<ref name="Mosteiro">{{citar web|URL=http://www.mosteirodeodivelas.org/o-mosteiro-de-odivelas-e-as-suas-profundas-alteracoes/
|título=O mosteiro de Odivelas e as suas profundas alterações|autor=|data=|publicado=Mosteiro de Odivelas|acessodata=03-08-2015}}</ref>
Em 1325 morre D. Dinis e conforme sua vontade é sepultado no mosteiro que representa talvez a obra arquitetónica mais emblemática do seu reinado. <ref>Figueiredo, B. ''O Mosteiro de Odivelas'': os casos de reis e memórias de freiras. Lisboa: Livraria Ferreira, 1889, p. 149</ref>
 
==Edifício==
2

edições