Diferenças entre edições de "Instituto da Nobreza Portuguesa"

483 bytes removidos ,  11h14min de 3 de fevereiro de 2016
→‎Instituto da Nobreza Portuguesa: - Nova falsificação grotesca de fonte, o acordão não diz semelhante coisa. No original: "sustenta a ré"
(→‎Instituto da Nobreza Portuguesa: - falsificação grotesca de fonte, usou uma coisa de 2001 para fundamentar outra que só existiu depois de 2004)
(→‎Instituto da Nobreza Portuguesa: - Nova falsificação grotesca de fonte, o acordão não diz semelhante coisa. No original: "sustenta a ré")
O Instituto da Nobreza Portuguesa integra membros efectivos e agregados. Como membros efectivos apenas são aceites nobres titulares (ou seja detentores de títulos nobiliárquicos); no caso dos membros agregados já são aceites nobres de qualquer grau (incluindo por exemplo os membros da fidalguia de cota de armas).<ref>Boletim do Instituto da Nobreza Portuguesa - 2001, pág. 10.</ref>
 
O Instituto da Nobreza Portuguesa é uma instituição privada, apenas reconhecida pelo [[Estado Português]] enquanto pessoa coletiva de direito privado. Contudo as suas deliberações e certidões são aceites pelos Tribunais Judiciais em acções cíveis interpostas por titulares legítimos contra o uso abusivo por terceiros de títulos nobiliárquicos.<ref>{{citar web|URL=http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/9335c60e32d83d1e80257cdd005204fa?OpenDocument|título=Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 15 de Maio de 2014|autor=|data=|publicado=Bases Jurídico-Documentais do IGFEJ|acessodata=}}</ref>
 
Até 2008 o Instituto tinha autenticado cerca de 500 títulos de nobreza.<ref name="sicn_Sang">{{Cite web
211 943

edições