Diferenças entre edições de "Garcia de Noronha"

402 bytes adicionados ,  03h30min de 7 de fevereiro de 2016
O Dom não pode ir no início da introdução.
(- coisa tonta (sem fonte), acrescentando o D., que é assim que realmente é referido na documentação)
(O Dom não pode ir no início da introdução.)
}}
[[Ficheiro:Escudo de Brasão da familia noronha, Portugal.gif|thumb|200px|[[Brasão de Armas]] da família Noronha.]]
'''D. Garcia de Noronha''' ([[1479]] — [[3 de abril]] de [[1540]]), trineto do rei [[Henrique II de Castela|D. Henrique II]] e do rei [[Fernando I de Portugal|D. Fernando I]], foi o terceiro [[vice-rei]] e o décimo governador da [[Estado Português da Índia|Índia]] (1537), já no fim da vida.
 
==Biografia==
[[Dom (título)|D.]] Garcia de Noronha era filho de D. [[Fernando de Noronha]] (filho de D. [[Pedro de Noronha]] e duma filha de [[Bartolomeu Perestrelo]]) e de sua mulher Constança de Castro.<ref name="SR">{{citar livro|autor=[[Manuel Eduardo Maria Machado de Abranches de Soveral]]|título=Sangue Real|editora=Edição do Autor ISBN 972-97430-1-0|ano=Porto, 1998|páginas=|id=}}</ref>
 
Antes foi [[capitão-mor do mar da Índia]], cargo imediatamente abaixo do de vice-rei, na altura este era exercido por seu tio materno, [[Afonso de Albuquerque]], com o qual esteve nas conquistas de [[Goa]], [[Ormuz]] e [[Calecute]] e cujo governo secundou.
 
Numa carta ao rei, de 3 de Novembro de 1540, Sebastião Garcez dá conta da grande desordem que havia na Índia depois do falecimento do vice-rei D. Garcia de Noronha, afirmando que, depois que entrou no governo D. Estêvão da Gama, introduziu na feitoria toda a fazenda que tinha, vendendo-a por maior preço e exercitando outras muitas violências. D. Garcia tentou colocar alguma ordem no uso e abuso de privilégios em Goa, do que resultou queixa dos moradores para o rei, existindo um longo traslado de 11 de Outubro de 1539 do agravo que interpuseram por o vice-rei D. Garcia de Noronha lhes não guardar os privilégios, graças e franquezas que D. Manuel I lhes concedeu, como também Afonso de Albuquerque, em nome do dito senhor, e que contém as respostas que o vice-rei deu. D. Garcia teve muitos outros benefícios ao longo da sua vida.
 
Casou-se c. 1515 com sua prima [[João de Almeida|D. Inês de Castro]] (c. [[1494]] – d. [[1565]]), irmã de D. [[João de Castro]], vice-rei da Índia (1547).<ref D. Garcia de Noronha morreu em [[Cochim]], indo sepultar à [[Sé Catedral de Santa Catarina|Sé de Goa]], onde está no centro da [[Abside|capela-mor]], numa magnífica lápide negra com as armas dos Noronha e a seguinte inscrição, em letra redonda com feição gótica: «''Aqui jaz Dom Garcia de Noronha Viso Rei que foi da Imdia. Faleceo nesta cidade de Goa aos 3 dias dabril da era de 1540''».name="SR"/>
 
D. Garcia de Noronha morreu em [[Cochim]], indo sepultar à [[Sé Catedral de Santa Catarina|Sé de Goa]], onde está no centro da [[Abside|capela-mor]], numa magnífica lápide negra com as armas dos Noronha e a seguinte inscrição, em letra redonda com feição gótica: «''Aqui jaz Dom Garcia de Noronha Viso Rei que foi da Imdia. Faleceo nesta cidade de Goa aos 3 dias dabril da era de 1540''».
 
{{Começa caixa}}
Utilizador anónimo