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→‎Sucessão da Casa de Cadaval após a extinção do Ducado: - Cuscuvilhice com fonte de revista de cuscuvilhices, que nem se sabe ao certo o que sustenta - Ver discussão
| language = pt
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}}</ref>
}}</ref> Porém, a questão da atribuição deste título foi bastante controversa. Jaime Álvares Pereira de Melo celebrou dois casamentos, sendo o primeiro civil e o segundo religioso, e teve duas filhas de cada casamento, e ainda um quinto filho, desta vez varão, mas ilegítimo. Quando faleceu em 2001 colocou-se, por isso, um grave problema na sucessão: sendo o único filho varão ilegítimo, este ficara afastado da sucessão, mas existindo duas filhas mais velhas de dois casamentos distintos, ambas decidiram disputar a titularidade do Ducado de Cadaval. O pretendente ao trono do ramo [[miguelista]], [[Duarte Pio de Bragança]], arrogando-se no poder de reconhecer títulos nobiliárquicos, pretendeu resolver essa questão concedendo o título de duquesa de Cadaval à filha mais velha do casamento religioso, Diana Álvares Pereira de Melo, e criou o título de duquesa de Cadaval-Guerrand-Hermès a favor da filha mais velha do casamento civil (o primeiro a ser celebrado), Rosalinda Álvares Pereira de Melo.<ref>''Point de Vue'', n.º 3086, 12-18 Setembro 2007, p. 22-25</ref> Concedeu ainda a esta o título de marquesa de Ferreira e condessa de Tentúgal, tornando-a na herdeira presuntiva do ducado de Cadaval. No futuro, a duquesa de Cadaval será um dia Rosalinda, ou na sua falta, a sua herdeira, sendo preterida a descendência da atual duquesa.<ref>''Point de Vue'', n.º 3086, 12-18 Setembro 2007, p. 22-25</ref>
 
== Duques de Cadaval ==
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