IA-64: diferenças entre revisões

1 byte removido ,  3 de janeiro de 2007
m
sem resumo de edição
m
m
Quinto, argumenta-se que a Intel, empresa muito criticada por suas práticas trabalhistas e cultura organizacional, seria essencialmente incompetente para efetuar mudanças de curso e competir em mercados abertos, sendo portanto extremamente dependente de sua ligação com o virtual monopólio da Microsoft. Isso explicaria o fato de o IA-64 ser o quarto fracasso da Intel em produzir um sistema de processadores não-CISC, após os RISCs [[i432]], [[i80860]] e [[i80960]].
 
Sexto, muitos dos principais fabricantes de sistemas têm interesse em um mercado aberto, seja suportando arquiteturas abertas como a SPARC ([[Sun Microsystems]], [[Fujitsu]]) ou a PowerPC ([[IBM]], [[Bull]]), seja mantendo-se no mercado IA-32 e AMD-64AMD64 onde têm fornecedores alternativos como a AMD ou a [[VIA]].
 
Isso dito, a HP tem vendido alguns poucos sistemas IA-64 para situações de exigência de alto poder de processamento numérico. Especula-se que a Intel estaria subsidiando pesadamente essa produção de baixo volume (portanto inerentemente cara) para tentar estabelecer a IA-64 como novo padrão de mercado, situação em que poderia eliminar competição da AMD e outras. Entretanto, isso a torna dependente dos [[sistemas livres]], que possibilitam a seus usuários uma portabilidade muito maior para outros sistemas desde ''[[mainframes]]'' até RISC, visto que a Microsoft tem cancelado vários produtos para IA-64; em última instância, abrir o mercado hoje fechado pela combinação MS e Intel para sistemas livres pode significar também sua abertura à IBM com seus processadores POWER, e portanto tornar-se finalmente desinteressante à própria Intel. Isso relegaria o Itanium a um fracasso equivalente ao do i432, i860 ou i960.
443

edições