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===O assassinato do fidalgo===
Após a morte do sogro, por ocasião da ida do administrador-geral das Minas, D. [[Rodrigo de Castelo Branco]] à região das [[Minas Gerais]], desentendeu-se com o fidalgo, parece que o emboscou e assassinou no caminho que levava ao arraial do [[Sumidouro]], em 28 de agosto de [[1682|1632]]. Pelo crime, como era costume, evadiu-se – era castigo bastante naqueles tempos. Fugiu para a região desconhecida ainda do Vale do [[rio Doce]], onde se ocultou de [[1682]] a [[1699]], tendo, segundo relatos, chegado até à foz do [[rio Piracicaba]], atual município de [[Ipatinga]].
 
No verbete sobre D. Rodrigo de Castelo Branco se lê: A [[26 de junho]] de [[1681]] [[Garcia Rodrigues Pais]] deu a D. Rodrigo em manifesto as pedras verdes (128 oitavas, em saco lacrado) que o pai descobrira no rio dos índios ''Mapaxós'' (ou iguais às que os Azeredos tinham tirado no rio dos Pataxós). Desta apresentação lavrou-se auto escrito por João de Moura. Emissários de [[Matias Cardoso de Almeida]] como «capitão-mor da entrada de D. Rodrigo» já anunciavam a chegada próxima deste à feitoria de Santana do Paraopeba, como «administrador geral das minas descobertas e por descobrir.» Um intruso, na opinião daqueles paulistas que levavam anos nos sertões! De qualquer jeito, D. Rodrigo quis comprar de Garcia mantimentos e roças, que este colocou à disposição e com o espírito de renúncia que caracterizara a personalidade do pai, e dividiu com ele as esmeraldas… D. Rodrigo partiu para o Sumidouro, onde se deteria para colher informações, e Garcia para São Paulo.
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