Fahrenheit 9/11: diferenças entre revisões

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== Sinopse ==
Marco Lindão
O título do filme faz referência ao livro ''[[Fahrenheit 451]]'' (233°C, que representa a temperatura em que arde o papel), escrito em [[1953]] por [[Ray Bradbury]], e também aos [[atentados de 11 de setembro de 2001]], já que "11/9" se escreve "9/11" nos países de [[língua inglesa]].
 
O filme começa sugerindo que os amigos e aliados políticos de George W. Bush na ''[[Fox News Channel]]'' inclinados na eleição de 2000 para Bush, o declararam prematuramente vencedor. Em seguida, sugere a manipulação da polêmica votação na Flórida constituiu [[fraude eleitoral]].<ref name="bbc" />
 
O filme então segue para o 11 de Setembro. Moore diz que Bush, foi informado de que o primeiro avião colidiu no World Trade Center em seu caminho para uma escola primária. Bush aparece então sentado em uma sala de aula com as crianças da Flórida. Quando foi comunicado que um segundo avião atingiu o World Trade Center e que o país está "sob ataque", Bush, permite que os alunos terminem a sua leitura do livro, e Moore observa que ele continuou a ler por quase sete minutos.
 
Sugerindo "a temperatura que arde a liberdade", este documentário ressalta especificamente a relação entre a [[família Bush]] e pessoas próximas a ela, com membros de eminentes famílias da [[Arábia Saudita]] (incluindo a [[família bin Laden]]) e os [[talibã]]s, em uma relação que se estende durante mais de trinta anos, assim como a evacuação de familiares de Osama bin Laden organizada pelo governo de George W. Bush depois dos ataques de 11 de setembro sem submetê-los a qualquer forma de interrogatório.<ref name="nytimes" /><ref name="bbc" />
 
O filme avança para examinar o registro de serviço de George W. Bush na Guarda Nacional Aérea. Moore afirma que a empresa petrolifera [[Arbusto Energy]] de Bush foi parcialmente financiada pelos sauditas e pela família de Bin Laden, por intermédio de [[James R. Bath]].<ref name="nytimes">{{citar web|URL=http://www.nytimes.com/2004/05/17/movies/a-film-to-polarize-along-party-lines.html|título=A Film to Polarize Along Party Lines|autor=|data=17 mai 2004|publicado=The New York Times|acessodata=}}</ref> Moore afirma que estes conflitos de interesses sugerem que a administração de Bush não trabalha para os melhores interesses dos americanos.
A partir daí, o filme dá pistas sobre as verdadeiras razões que têm impulsionado o governo Bush a invadir o [[Guerra do Afeganistão (2001-presente)|Afeganistão]] em [[2001]] e [[guerra do Iraque|Iraque]] em [[2003]], ações que, segundo Moore, correspondem mais à proteção dos interesses das indústrias petrolíferas norte-americanas do que ao desejo de libertar os respectivos povos ou evitar potenciais ameaças. O documentário insinua que a guerra com o Afeganistão não teria como principal objetivo capturar os líderes da [[Al Qaeda]] e, sim, favorecer a [[Gasoduto Turcomenistão-Afeganistão-Paquistão-Índia|construção de um oleoduto]]<ref name="bbc" >{{citar web|URL=http://news.bbc.co.uk/2/hi/entertainment/3722769.stm|título=Review: Fahrenheit 9/11|autor=|data=|publicado=BBC|acessodata=}}</ref>, e que o Iraque não era, no momento da invasão, uma ameaça real para os Estados Unidos, senão uma fonte potencial de benefícios para as empresas norte-americanas.
 
Moore afirma que o governo Bush induziu um clima de medo entre a população norte-americana através da mídia de massa. Moore, em seguida, descreve os esforços de antiterrorismo, incluindo supostas infiltrações de grupos pacifistas no governo e outros eventos, e a assinatura do [[USA PATRIOT Act]].
 
== Prêmios ==
Utilizador anónimo