Diferenças entre edições de "Martins Pena"

52 bytes adicionados ,  23h39min de 6 de março de 2016
sem resumo de edição
m (Foram revertidas as edições de 189.78.29.123 (usando Huggle) (3.1.19))
Etiquetas: Editor Visual Possível conteúdo ofensivo
|assinatura =
}}
mario abravanel,mais conhecido como Martins Pena
'''Luís Carlos Martins Pena''' ([[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], {{dtlink|lang=br|5|11|1815}} — Lisboa, {{dtlink|lang=br|7|12|1848}}) foi [[dramaturgo]], [[diplomata]] e introdutor da [[comédia de costumes]] no [[Brasil]], tendo sido considerado o [[Molière]] brasileiro.
 
'''Luís Carlos Martins Pena''' ([[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], {{dtlink|lang=br|5|11|1815}} — Lisboa, {{dtlink|lang=br|7|12|1848}}) foi [[dramaturgo]], [[diplomata]] e introdutor da [[comédia de costumes]] no [[Brasil]], tendo sido considerado o [[Molière]] brasileiro.
 
Sua obra caracterizou pioneiramente, com [[ironia]] e [[humor]], as graças e desventuras da sociedade brasileira e de suas instituições. É [[Lista de patronos da Academia Brasileira de Letras|patrono da cadeira 29 na Academia Brasileira de Letras]].
 
== Vida ==
OBRAS PRINCIPAIS = Vida DE coco
 
Filho de João Martins Pena e Ana Francisca de Paula Julieta Pena, pessoas de poucas posses. Com um ano de idade, tornou-se órfão de pai; aos dez anos, de mãe. Seu padrasto, [[Antônio Maria da Silva Torres]], deixou-o a cargo de tutores e, por destinação destes, ingressou na vida comercial,<ref>MOISÉS, Massaud. [http://books.google.com.br/books?id=5BokoYD7RroC&pg=PA154&lpg=PA154&dq=O+Novi%C3%A7o+1845+1%C2%AA+edi%C3%A7%C3%A3o&source=bl&ots=_xtnkTMyav&sig=ITLPTsoDzwDSqy7BufAgS5DKffg&hl=pt-BR&ei=j0dJTuaZDYnGgAeRnLHVBg&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=10&ved=0CFsQ6AEwCQ#v=onepage&q&f=false A literatura brasileira através dos textos]. 25. ed. São Paulo: [[Editora Cultrix]], 2005. p. 153 - 154</ref> concluindo o curso de Comércio aos vinte anos, em 1835. Depois, passou a frequentar a [[Biblioteca Nacional do Brasil|Biblioteca Nacional]] e a [[Academia Imperial das Belas Artes]], onde estudou arquitetura, estatuária, desenho e música; simultaneamente, estudava línguas, história, literatura e teatro. Em 4 de outubro de 1838, foi representada, pela primeira vez, uma peça sua, "O juiz de paz da roça", no [[Teatro João Caetano|Teatro de São Pedro de Alcântara]], pela célebre companhia teatral de [[João Caetano]] (1808-1863), o mais famoso ator e encenador da época. No mesmo ano, entrou para o Ministério dos Negócios Estrangeiros, onde exerceu cargos diversos, tais como amanuense da Secretaria dos Negócios Estrangeiros, em 1843, e adido à Legação do Brasil em [[Londres]], [[Inglaterra]], em 1847. Durante todo este período, contribuiu para a literatura brasileira com cerca de trinta peças, das quais aproximadamente vinte sendo [[comédia]]s, o que o tornou fundador do gênero da comédia de costumes no Brasil, e as restantes constituindo [[farsa]]s e [[drama]]s. Também, de agosto de 1846 a outubro 1847, fez críticas teatrais como folhetinista do [[Jornal do Commercio]]. Em Londres, foi apresentado à [[Vitória do Reino Unido|Rainha Vitória]] e ao [[Alberto de Saxe-Coburgo-Gota|Príncipe Alberto]] em 17 de maio de 1848. Porém, alguns meses depois, adoeceu severamente e, em trânsito para o Brasil, veio a falecer em Lisboa, [[Portugal]], com apenas 33 anos de idade, em 7 de dezembro de 1848.
 
Utilizador anónimo