Diferenças entre edições de "Romanização do japonês"

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(O número de kanjis que estava incorreto e os idiogramas no hiragana e katakana acrescentando o ten-ten e o maru aumentam os idiogramas)
 
== História ==
O primeiro sistema de romanização do japonês baseava-se na [[ortografia]] da [[Língua Portuguesa]]. {{Carece de fontes|hist|lusof|data=setembro de 2015}} Foi desenvolvido por volta de [[1548]] por um [[católico]] japonês de nome Yajiro. A [[Companhia de Jesus]] usou este sistema numa série de livros[[livro]] católicos impressos para que os [[missionário]]s pudessem pregar e ensinar sem ter de aprender a ler japonês. O mais útil desses livros para o estudo da [[pronúncia]] do início do japonês moderno e primeiras tentativas de romanização foi o ''Nippo Jisho'', um [[dicionário]] de japonês-português escrito em [[1603]].
 
Em geral, o antigo sistema português é parecido com o Nihon-shiki no seu tratamento das [[vogais]]. Algumas [[consoantes]] foram transliteradas de forma diferente: por exemplo, a consoante /k/ era usada como "c" e a consoante /ɸ/ (agora pronunciada /h/) como "f", portanto ''Nihon no kotoba'' ("A língua do Japão") escrevia-se "Nifon no cotoba". Os jesuítas[[jesuíta]]s também imprimiram alguns livros antigos no japonês romanizado, incluindo a primeira edição impressa do clássico japonês "O conto do Heike", romanizado como ''Feiqe no monogatari'', e uma colecçãocole(c)ção das [[Fábulas de Esopo]], romanizado como ''Esopo no fabvlas'', que continuou a ser impressa e lida mesmo após a supressão do [[Cristianismo]].
 
Depois da expulsão dos cristãos do Japão no início do [[século XVII]], o ''rōmaji'' perdeu o uso e era apenas utilizado esporadicamente em textos estrangeiros até meados do [[século XIX]], quando o Japão se abriu novamente. Os sistemas usados actualmentea(c)tualmente foram desenvolvidos na segunda metade do século XIX.
 
O primeiro sistema a ser desenvolvido foi o sistema Hepburn, desenvolvido para o dicionário japonês do autor e destinado ao uso por parte dos estrangeiros.