Diferenças entre edições de "Romanização do japonês"

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=== Romanização para português ===
Em geral, a romanização do japonês para português não tem um padrão específico. Os nomes geográficos[[geográfico]]s são normalmente adaptados à ortografia portuguesa, como "[[Tóquio]]" em vez de Tōkyō ou "[[Quioto]]" em vez de Kyōtō. Outros nomes adaptados têm vindo a perder o uso, como por exemplo ''Hiroxima'', ''Nagasáqui'' ou ''Osaca'' (hoje em dia [[Hiroshima]], [[Nagasaki]] e [[Osaka]] são muito mais frequentes). Quanto aos nomes de pessoas, a influência americana/inglesa faz com que a romanização Hepburn seja vulgarmente usada, como no nome do [[primeiro-ministro]], [[Junichiro Koizumi]] (note-se a ausência dos macrons/circunflexos e do apóstrofo). É de factofa(c)to raro um nome ser transcrito directamentedire(c)tamente do japonês para o português.
 
É curioso notar que as adaptações de [[mangá|manga]] do japonês para o [[idioma francês|francês]] (bastante comuns e utilizadas em [[Portugal]]) normalmente usam sistemas alternativos de romanização para facilitar a pronúncia aos que não estão familiarizados com os sistemas padrão, baseados na pronúncia inglesa. Assim, é vulgar encontrar ち (Hepburn "chi") escrito como "tchi", já que em francês (e em português) o som "ch" se lê como o inglês "sh". Da mesma forma, o uso dos circunflexos (em vez dos macrons) é predominante, e por vezes usa-se o acento grave nos "e" finais, para contrariar a tendência a esse "e" ser mudo (daí ver-se muitas vezes escrito "[[anime|animé]]", "[[sake|saké]]" e outros derivados).
Uma vez que existem muitas semelhanças entre a fonética francesa e portuguesa, estas romanizações tornam mais fácil a pronúncia correctacorre(c)ta das palavras japonesas.
 
== Exemplos de palavras escritas em cada sistema de romanização ==